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Bares e restaurantes se posicionam contra novas restrições em São Paulo

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) emitiu nota nesta quarta-feira (24) dizendo que aprova o combate às festas clandestinas, mas não concorda com a continuidade de restrições ao setor no Estado de São Paulo. O governador João Doria anunciou em entrevista coletiva, juntamente com integrantes do Centro de Contingência do Coronavírus, que a circulação das pessoas será limitada entre as 23h e as 5h. A medida passa a valer já nesta sexta-feira (26).

Segundo o presidente do conselho estadual da Abrasel São Paulo, Percival Maricato, a entidade ainda pleiteia o relaxamento de restrição a vendas de bebidas alcoólicas após as 20h e o limite de 40% da capacidade dos estabelecimentos. O pedido é que o limite de clientes seja de 60% do que os bares e restaurantes comportam.

“A Abrasel SP compartilha das preocupações do governo estadual e da população quanto a resistência e até incremento da pandemia, e apoia a ênfase em procurar evitar aglomerações e festas clandestinas, algo que a entidade vinha denunciando. No entanto, a Abrasel SP não concorda com as restrições a restaurantes e bares, pois como temos argumentado, e o governador reconhece, a maioria dos estabelecimentos têm obedecido todas as regras”, diz a associação, em nota.

Lockdown no interior

Outra entidade, a Associação Paulista de Supermercados (Apas), emitiu nota contra as medidas de lockdown estabelecidas pela prefeitura de Araraquara (SP), que foram prorrogadas até o dia 23 de fevereiro. Para a Apas, “as normas decretadas pelo Prefeito de Araraquara, Edinho Silva, por meio do Decreto 12.490, de 19 de fevereiro, e que foram prorrogadas pelo Decreto 12.491, de 23 de fevereiro, colidem frontalmente com os direitos fundamentais do cidadão araraquarense ao não permitir que a população tenha acesso aos serviços essenciais prestados pelos supermercados”.

Segundo a associação, a medida teria feito com que, na sexta-feira (19), data do anúncio do Decreto, a população se aglomerasse em filas nas portas dos supermercados ou migrasse em direção a estabelecimentos dos municípios vizinhos.

Com informações Estadão Conteúdo.
Imagem: Bigstock

Redação

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