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Toyota é a sétima montadora a parar por pandemia no Brasil

Empresa diz que tomou a decisão em conjunto com sindicatos locais

Sétima montadora a anunciar a suspensão das atividades em razão do agravamento da pandemia, a Toyota vai parar na semana que vem a produção de suas quatro fábricas no Brasil. A montadora diz que tomou a decisão em conjunto com os sindicatos locais para contribuir com a redução de circulação de pessoas, além de atender a antecipação de feriados nas regiões de suas fábricas.

A paralisação começa na segunda-feira (29), com retorno previsto para o dia 5 de abril nas linhas de São Bernardo do Campo, Sorocaba e Porto Feliz. A unidade de Indaiatuba retornará no dia 6 de abril. A Toyota emprega 5,6 mil trabalhadores no Brasil.

Antes da marca japonesa, Volkswagen e Nissan, além das montadoras de caminhões Mercedes-Benz, Volkswagen Caminhões e Ônibus, Scania e Volvo, já tinham comunicado paralisações espontâneas devido à crise sanitária.

Comitê de Enfrentamento à Covid-19

Nesta sexta-feira (26), foi publicado no Diário Oficial da União o decreto que institui o Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento da Pandemia da Covid-19, que terá duração de 90 dias, podendo ser prorrogado. A medida foi assinada na tarde de ontem (25) pelo presidente Jair Bolsonaro.

O comitê é uma instância de discussão entre os poderes da República e os Estados para articulação de medidas de combate à pandemia no âmbito nacional, bem como no enfrentamento dos problemas econômicos, fiscais, sociais e de saúde decorrentes dela. Um ano após o início da crise sanitária, a criação do órgão foi decidida durante uma reunião ampliada com diversas autoridades federais e locais e representantes de instituições, ocorrida na quarta-feira (24), no Palácio da Alvorada.

De acordo com o decreto, o comitê é composto pelo presidente da República, que o coordenará; pelos presidentes do Senado Federal; da Câmara dos Deputados; e, na condição de observador, por uma autoridade designada pelo presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Luiz Fux. Autoridades representantes de órgãos e entidades, públicos e privados, e especialistas de notório conhecimento poderão ser convidados a participar das reuniões.

Com informações Estadão Conteúdo
Imagem: Bigstock

Redação

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