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Tecnologia – O que a Internet das Coisas pode fazer pelas relações de consumo

Iot (Internet of Things) e o Brasil

Tecnologias de ponta são trunfos para quem deseja competitividade, sucesso e liderança de mercado. Estudar recursos como a IoT no varejo é uma das tarefas do gestor de excelência.

O Brasil é hoje um dos maiores mercados para implantação da Internet das Coisas. Segundo a Associação Brasileira de Internet das Coisas (ABINC), os números do mercado brasileiro impressionam:

  • Receita com Iot igual a R$ 3,2 bi até 2021;
  • Total de dispositivos instalados será de 416 milhões até 2023;
  • 76% das empresas no Brasil acham que o Iot será relevante nos próximos anos.

Mais do que um produto, Iot é um projeto que visa resolver problemas com o uso da tecnologia, conectando coisas para tomarem decisões.

São inúmeros os setores de atividade econômica aqui no Brasil que utilizam o Iot para elevar sua produtividade. Dentre eles, destacamos Agronegócio, Manufaturas, Saúde, Segurança, Smart Homes, Transporte&Logística, Cidades Inteligentes e Varejo.

Vamos observar mais atentamente as aplicações que podem beneficiar as relações de consumo.

Como a tecnologia está trabalhando a favor do varejo?

O conceito de IoT significa ter um conjunto de dispositivos conectados de modo a permitir acesso, interação, compartilhamento e manuseio de forma inteligente e integrada. Com esta tecnologia, qualquer item pode ser ligado a uma rede e ser gerenciado para gerar valor aos usuários e fornecedores. Isso funciona para objetos simples e pequenos, como pulseiras e relógios, e até para grandes coisas, como automóveis.

Dentre as aplicações digitais mais relevantes para o varejo, o monitoramento de imagens acoplado a ferramentas de Inteligência Artificial vem se transformando na principal ferramenta para resolver velhos problemas.

Num ambiente de loja inteligente, todo fluxo de compras pode ser analisado por imagens pelos varejistas a fim de entender a jornada de compras dos clientes. Isso significa substituir pesquisas caras e programas de treinamento de equipes pela inteligência analítica. Com isso, podemos identificar padrões de comportamento dos clientes dentro dos espaços das lojas e atuar em tempo real, direcionando funcionários para ajudá-los. Analisar as informações de fluxo e ajustar layouts, identificar prateleiras vazias (ruptura) e agir para que os promotores reponham produtos nas lojas são outros exemplos de aplicações possíveis para o uso inteligente de imagens. É a Iot colaborando para o aumento de vendas.

Que tal personalizar a experiência de compra, proporcionando diferentes oportunidades de marketing digital, anunciando ofertas em tempo real via dispositivos para seus clientes? É só identificar seu cliente no momento que ele se aproxima ou adentra a loja. Podemos também monitorar e atuar na otimização de filas de caixas, aumentando a satisfação com a experiência de compras. Diga-se de passagem, tempo de fila ainda é um dos grandes gargalos das lojas físicas.

Em tempos de pandemia, a Iot tem sido empregada para viabilizar o cumprimento de protocolos de segurança governamentais, permitindo controlar com precisão a quantidade de clientes dentro da loja e identificando zonas de aglomeração.

Em um Planeta com recursos cada vez mais escassos, torna-se necessário otimizar processos de obtenção e uso de energia. A Internet das Coisas vem há muito tempo auxiliando na otimização do uso de energia nas lojas, incluindo aplicações em controle de iluminação, controle de temperatura e umidade, adaptando equipamentos ao melhor ponto de funcionamento.

A manutenção preditiva de equipamentos também é outra área alvo das aplicações da tecnologia Iot. Por exemplo, toda mercearia possui uma série de equipamentos complexos, como as unidades de refrigeração Essas unidades, quando equipadas com sensores inteligentes, podem prever problemas de manutenção que afetam o consumo de energia, além de identificar as flutuações de temperatura e garantir a integridade dos alimentos.

E o bom e velho RFID? A tecnologia RFID é caracterizada principalmente pela utilização de etiquetas inteligentes que permitem a identificação de itens, sua localização, posicionamento e temperatura por meio de sensores, oferecendo maior controle sobre o monitoramento e sobre a rastreabilidade. Isso facilita a gestão de estoques e ativos. Muito mais do que só inibir os furtos, o RFID integrado a sistemas inteligentes de leitura permite realizar em algumas horas a leitura em massa de itens, reduzindo substancialmente os custos com a realização do inventário e aumentando a acurácia dos estoques dos varejistas.

E como fica o ROI?

A razão de ser de qualquer negócio é dar dinheiro. Na teoria é simples, mas na prática nem sempre funciona. Muito se fala sobre o baixo retorno ou a demora em se obter retorno no caso dos investimentos em tecnologia.

Um estudo minucioso de retornos sobre investimento, bem como a escolha assertiva de fornecedores, podem eliminar o risco de se perder dinheiro com tecnologias. E não para por aí. A chegada da tecnologia 5G, com sua maior capacidade de trânsito de dados, potencializará projetos e aplicações que envolvem a Iot.

A Gouvêa Consulting apoia a transformações dos negócios e desenvolveu metodologias para auxiliar as empresas na modernização digital incluindo o uso da Internet das Coisas.

Por meio de um diagnóstico preciso e da discussão das melhores opções, propomos soluções ágeis e customizadas para melhorar e otimizar processos, reduzindo custos.

Natalino Franciscato é gerente de Projetos da Gouvêa Consulting.
Imagem: Envato/Arte/Mercado&Consumo

Natalino Franciscato

Natalino Franciscato

Natalino Franciscato é gerente de Projetos da Gouvêa Consulting. É engenheiro pós-graduado em Administração Industrial e consultor sênior com mais de 30 anos de experiência em cargos de liderança. Atuou como executivo em operadores logísticos de grande porte e gestor na indústria eletroeletrônica. Como consultor, desenvolveu projetos de otimização operacional e administrativa para a indústria e varejo, projeto e construção de Centros de Distribuição, revisão da cadeia de abastecimento, redução de custos aplicando metodologia OBZ, estudos de Tempos e Movimentos para aumento de produtividade, terceirização e internalização de atividades.

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