Trabalhadores em home office se sentem mais felizes do que no modelo presencial

Pesquisa feita pela Alelo mostra que 56% se adequaram melhor ao modelo remoto

A maioria dos brasileiros (66%) permaneceu frequentando o local de trabalho presencialmente durante a pandemia, enquanto 33% aderiram totalmente ao modelo remoto ou ao modelo híbrido. Um levantamento realizado pela Alelo, bandeira especializada em benefícios, incentivos e gestão de despesas corporativas, com 2,7 mil trabalhadores, mostrou que 56% se adequaram melhor ao home office do que se estivessem atuando presencialmente. Desses, 75% se consideram extremamente felizes e 29% já possuíam um espaço de trabalho dedicado para atendê-los nessa nova estrutura.

Entre os prós do trabalho remoto, a pesquisa destacou a possibilidade de usar o tempo de deslocamento até o escritório para outras atividades, o ganho de tempo com a família e a vantagem de conciliar atividades do emprego e de casa. Por outro lado, as pessoas relataram sentir falta de estar com os colegas de trabalho e mencionaram a falta de uma estrutura adequada de trabalho em casa.

A pesquisa também buscou correlacionar formato de trabalho e renda. No grupo com renda mensal de até R$ 3.135, 57,5% têm preferência pelo trabalho presencial. Nos grupos com renda acima de R$ 5 mil foram observados maior preferência pelo home office.

Hábitos alimentares 

Em relação às mudanças de hábitos alimentares durante a pandemia, quase metade dos participantes (46%) disseram que não houve nenhuma alteração. Por outro lado, 39% passaram a comer mais comida feita em casa. Destes, 68% trabalharam de casa durante todo esse período.

Nas perguntas sobre segurança financeira, apenas 17% dos participantes relataram ausência de preocupação quanto às contas e boletos. Cerca de um terço deste grupo não tem filhos e 100% têm renda acima de R$ 5 mil.

Entre os 33% que não se sentem seguros financeiramente, 63% não tiveram nenhuma movimentação no cargo ou salário, e 21% alegaram que sentem-se muito ou relativamente inseguros com a possibilidade de perder o emprego/fonte de renda. Mais de 60% dos integrantes deste grupo recebe até R$ 1.045 e 50% tem até 19 anos.

Imagem: ShutterStock

Redação

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