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Home Economia

Mais da metade dos negócios em favelas foi aberta a partir da pandemia

Em cada 10 empreendedores de comunidades, cinco faturam até R$ 3.040

Redação de Redação
5 de fevereiro de 2026
no Economia, Notícias
Tempo de leitura: 4 minutos
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Uma pesquisa sobre empreendimentos em operação nas favelas brasileiras indica que 56% dos negócios iniciaram suas atividades a partir de fevereiro de 2020, período em que a pandemia de covid-19 passou a impactar o País. Do total, 12% foram abertos entre fevereiro de 2020 e abril de 2022, fase que concentrou os momentos mais críticos da crise sanitária, enquanto 44% foram estabelecidos a partir de maio de 2022, após o encerramento do estado de emergência em saúde.

A pesquisa foi realizada pelo instituto Data Favela, ligado à Central Única das Favelas (Cufa), uma organização sem fins lucrativos. O levantamento foi encomendado pela VR, empresa de serviços financeiros e benefícios em alimentação.

Para Cleo Santana, uma das responsáveis do Data Favela, o fato de a maioria dos negócios terem sido iniciados após o surgimento da pandemia tem a ver com a crise econômica vivenciada no momento.

“Muitas pessoas perderam seus empregos e precisaram se reinventar e buscar novas formas de manter as necessidades básicas próprias e de sua família. Por que não tornar aquela torta que era feita nas festas de família em um produto cuja venda traz renda para dentro de casa?”, exemplifica.

Perfil dos negócios

O Data Favela entrevistou 1 mil empreendedores de favelas em todo o Brasil, em outubro e novembro de 2025, para traçar um perfil dos donos de negócios das comunidades do País.

O levantamento identificou que 23% tinham faturamento de até um salário mínimo da época (R$ 1.518), enquanto 28% arrecadavam entre um e dois mínimos, no máximo. Ou seja, praticamente metade (51%) faturava até R$ 3.040. Na outra ponta, apenas 5% tinham receita superior a R$ 15,2 mil.

O mundo da contabilidade evidencia que faturamento não é sinônimo de lucro. A pesquisa revela que 57% dos estabelecimentos gastam até R$ 3.040 por mês para manter o negócio.

De acordo com o Data Favela, “leva a supor que os gastos são equivalentes ao que essas pessoas faturam mensalmente”.

Investimento de partida

Os pesquisadores identificaram que 37% dos empreendedores de favelas precisaram de capital inicial de até R$ 1.520 para abrir o negócio. Para 23%, o valor chegou no máximo a R$ 3.040. Apenas 9% dos entrevistados citaram recursos financeiros superiores a R$ 15,2 mil.

Na hora de saber de onde veio o capital inicial, mais da metade (57%) citou economias pessoais ou da família. Outras fontes comuns sinalizadas são indenização trabalhista (14%), dinheiro extra (14%) e empréstimo em banco (13%).

Administração

Praticamente seis em cada dez (59%) empreendedores de favelas administram o negócio apenas com anotações em um caderno, 13% simplesmente não registram nada, 24% utilizam planilhas e 4% algum outro meio.

Na hora de promover o produto ou serviço, 58% o fazem pelo WhatsApp; 75%, pelo Instagram, como a Lígia; e 41%, pelo Facebook, e 3% estão no iFood. Os pesquisadores identificaram que 34% dependem exclusivamente da propaganda boca a boca.

As principais áreas de negócios dos estabelecimentos em favelas são alimentação e bebidas (45%), moda (12%) e beleza (13%) e artesanato (8%).

Motivação

O Data Favela perguntou aos empreendedores o que levou a abrir o próprio negócio. No topo das respostas figuram desejo de independência (45%), seguido por necessidade econômica (29%), falta de emprego (26%), oportunidade (18%) e tradição familiar (7%).

Para a diretora de Marketing da VR, Karina Meyer, a pesquisa mostra que “para muitos, empreender não foi uma escolha planejada, mas uma necessidade imposta pela falta de oportunidades no mercado formal de trabalho ou pela urgência de gerar renda”.

Os pesquisadores buscaram informações sobre os principais desafios enfrentados pelos empreendedores de favela. A maioria citou falta de capital (51%) e dificuldade de acesso ao crédito (25%).

Karina Meyer, da VR, assinala que “ferramentas como crédito, soluções de gestão de negócio e digitalização de processos são primordiais para construir uma economia mais forte e sustentável nas favelas”.

Mais destaques da pesquisa:

  • 5% dos donos de negócios em favela moram no “asfalto”, ou seja, fora de comunidade
  • 21% recebem o programa assistência Bolsa Família
  • 5% são aposentados
  • 19% conciliam o negócio com algum emprego, sendo 9% com carteira assinada
  • 40% são formalizados, sendo 36% microempreendedor individual (MEI)
  • O meio de recebimento mais comum é o pix (91%), seguido de perto pelo dinheiro em espécie (85%)
  • Parcela dos que aceitam cartões não chega a 30%, sendo o cartão de crédito (28%) à frente do de débito (25%)
  • 22% aceitam vender fiado

Economia das favelas

De acordo com o Data Favela, as comunidades brasileiras movimentam R$ 300 bilhões por ano.

Cleo Santana, do Data Favela, destaca o papel dos negócios nas comunidades para desenvolver esses territórios.

“Conforme um negócio nasce, surgem oportunidades locais de emprego, mesmo que informais, ajudando a movimentar a economia local”, explica.

“Pequenos empreendedores tendem a comprar no local, fortalecendo outros pequenos empreendedores”, enfatiza.

Censo

O Censo 2022, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que 8% dos brasileiros moram em favelas. Eram 16,4 milhões de pessoas de um universo de 203 milhões de habitantes, quatro anos atrás. O IBGE apontou 12.348 favelas em 656 municípios Brasil afora.

Os pretos (16,1%) e os pardos (56,8%) representam 72,9% dos moradores de comunidades. As mulheres são 51,7% das habitantes dessas áreas.

Com informações de Agência Brasil.
Imagem: Shutterstock     

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