Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
    • M&C Franchising
    • M&C Capital
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Abastecimento
    • Indústria
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

Home Foodservice

Riscos de o Cade se opor à compra da Kopenhagen pela Nestlé são menores

Nestlé anunciou nesta quinta-feira, 7, a compra do Grupo CRM, detentora da marca

  • de Redação
  • 3 anos atrás
Riscos de o Cade se opor à compra da Kopenhagen pela Nestlé são menore

Três meses após aprovar a compra da Garoto pela Nestlé, em um processo que durou 21 anos, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) terá agora de avaliar a compra da Kopenhagen pela multinacional suíça.

Segundo o advogado Raphael Cittadino, sócio da Cittadino, Campos e Antonioli Advogados Associados, os riscos de concentração de mercado não se assemelham aos de 2002, ano em que a compra da Garoto foi anunciada, pois a Nestlé não tem mais a mesma participação que detinha naquela época. “Não enxergo um avanço de domínio de mercado. Essa operação aponta mais para a diversificação de portfólio da Nestlé. A Kopenhagen não tem poder de mercado a ponto de desnivelar a concorrência da Nestlé com as demais.”

Sobre o desenrolar da aquisição, Cittadino aponta dois possíveis cenários. Primeiro, a compra pode ocorrer sem quaisquer restrições. Já o segundo contexto indica para o Cade solicitar alguma compensação. “Por exemplo, impedir que a Nestlé faça a venda das linhas de chocolate por meio da rede Kopenhagen ou impedir que os chocolates Kopenhagen tenham distribuição própria da Nestlé.”

O advogado e pesquisador da Faculdade de Direito da USP Arthur El Horr é cauteloso ao ponderar se há riscos reais de a compra enfrentar problemas concorrenciais. “O risco existe”, disse, acrescentando que considera baixo esse risco.

Segundo El Horr, o cenário também mudou desde 2002 – a legislação sofreu modificações e o mercado passou por rearranjos nesse período.

Na época da compra da Garoto, o órgão considerava que o negócio poderia gerar prejuízo à competição. Em junho deste ano, o Cade aprovou a compra por considerar que houve “significativa entrada de concorrentes” no mercado.

Ex-presidente do Cade, Gesner Oliveira observa que o órgão vai analisar as informações do mercado de chocolates e avaliar se haverá um impacto relevante estrutural. “Não dá para dizer de antemão se vai considerar o mercado como um todo, ou apenas o premium (segmento da marca Kopenhagen). O Cade vai verificar se são mercados completamente separados ou não, as características específicas. É um trabalho muito técnico.”

Anúncio da compra

A multinacional de alimentos Nestlé anunciou nesta quinta-feira, 7, a compra do Grupo CRM, dono das marcas de chocolates Kopenhagen e Brasil Cacau, que pertencia ao fundo americano Advent. O valor do negócio não foi revelado, mas é estimado em cerca de R$ 4,5 bilhões, de acordo com fontes próximas às negociações.

O acordo terá de ser aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e, segundo a Nestlé, a expectativa é que o fechamento do negócio ocorra em 2024.

A atual presidente do Grupo CRM, Renata Vichi de Moraes, continuará à frente da operação, que conta com mais de 1 mil lojas e é um dos maiores franqueadores do País.

De acordo com a Nestlé, o controle acionário permitirá ao grupo “participar de um segmento diferenciado, agregando à sua estrutura um novo modelo de negócio com a rede de lojas que oferece uma experiência exclusiva aos consumidores aliando chocolates finos ao café. Ao mesmo tempo, a Nestlé estará comprometida em alavancar ainda mais o crescimento do Grupo CRM.”

Com informações de Estadão Conteúdo.
Imagem: Divulgação

  • Categories: Foodservice, Notícias
  • Tags: alimentaçãoaquisiçãoCadeChocolatecomérciocomportamentocrescimentodocesEconomiaempresasestratégiaexpansãofoodserviceGrupo CRMinvestimentoKopenhagenmarcasmercadomercado&consumonegóciosNestléprodutosserviçosvendas

Conteúdo Relacionado

Ações ligadas a IA desafiam cenário macroeconômico e saltam 20% no 1º semestre

de Redação 20 de julho de 2026

EUA pediram ao Brasil abertura do setor químico e isenção para bens industriais, diz ministro

de Redação 20 de julho de 2026

Krugman diz que tarifas de Trump visam punir sucesso do Pix, mas dificilmente terão efeito

de Redação 20 de julho de 2026

Atividade econômica cresce 0,1% em maio, informa BC

de Redação 20 de julho de 2026

São Paulo e Santa Catarina sofrem 52% do impacto do tarifaço dos EUA

de Redação 20 de julho de 2026

Diversidade e inclusão saíram de moda nas empresas?

de Felipe Mario 20 de julho de 2026

Yázigi quer assumir ensino de inglês em escolas e aposta em novo modelo de expansão

de Aiana Freitas 20 de julho de 2026

Royal Face investe em e-commerce e assinatura para impulsionar crescimento

de Redação 20 de julho de 2026
Voltar ao topo

Sair da versão mobile