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“Loja de rua da Nutty Bavarian permitirá experiência maior com a marca”, diz fundadora

A primeira loja de rua da Nutty Bavarian permitirá que os consumidores tenham uma experiência maior com a marca. Essa é a expectativa da sócia-fundadora da empresa, Adriana Auriemo Migliorancia. O espaço será aberto nesta quinta-feira (25) no bairro da Vila Olímpia, na zona sul da capital paulista.

“Nosso foco sempre foram os quiosques. Ao longo dos anos, mudamos o lugar em que colocamos os quiosques e criamos outros formatos, como carrinhos e contêineres, mas a Nutty Bavarian sempre estava dentro de outro estabelecimento. Agora, vamos apostar num modelo mais tradicional”, diz a executiva em entrevista ao portal Mercado&Consumo.

A loja tem espaço para o cliente tomar café e experimentar produtos feitos com as castanhas da marca, como bolos, chocolates, pães e cookies. “Precisávamos também de uma área física maior para oferecer uma variedade maior de itens, embalagens e presentes”, complementa Adriana.

Outra vantagem é que a unidade fica no mesmo prédio em que está a sede da Nutty Bavarian. Assim, a empresa vai poder acompanhar o novo modelo de perto e fazer os ajustes necessários antes da expansão por meio de franquias, como ocorre com os outros formatos.

Por causa das medidas de distanciamento social relacionadas à pandemia de Covid-19, a inauguração não terá a festa que Adriana esperava. Mas, se a situação permitir, a comemoração será dupla daqui a um mês, no dia 25 de março, quando a empresa completará 25 anos de existência.

Menos shopping, mais store in store

Nos primeiros dez anos de vida, a Nutty Bavarian manteve quiosques apenas em shopping centers e aeroportos. Aos poucos, a marca passou a ser vista também em terminais rodoviários e dentro de outros grandes estabelecimentos comerciais, como lojas de material de construção, hipermercados e petshops.

Hoje, por causa dos custos de ocupação, o foco de crescimento da empresa está muito mais no modelo store in store do que nos shopping centers. E até em locais mais inusitados: há unidades no Parque do Ibirapuera e em ciclovias da cidade de São Paulo, por exemplo.

“O movimento nos pontos comerciais, principalmente nos shopping centers, mas também em aeroportos e estações de metrô, ainda não voltou a ser como era antes da pandemia. Além disso, vemos que as lojas de rua de outras marcas voltaram e ter movimento mais rapidamente do que as dos shoppings, porque, apesar de eles serem muito seguros, as pessoas estão evitando lugares fechados”, diz Adriana.

Na pandemia, a empresa também apostou no delivery, no e-commerce próprio e na presença em marketplaces, como Americanas.com. As tradicionais “nuts” podem ser encontradas também nas prateleiras de supermercados, farmácias e lojas de conveniência.

A ideia não é parar por aí. “Estamos começando a operar com dois novos canais. Cadastramos os primeiros colaboradores para fazer venda direta e vamos começar, no mês que vem, a operar três vending machines“, conta a executiva.

Imagens: Divulgação

Aiana Freitas

Aiana Freitas

Aiana Freitas é editora-chefe da plataforma Mercado&Consumo. Jornalista com experiência na cobertura de tendências de consumo, varejo, negócios, finanças pessoais e direitos do consumidor.

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