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“A questão de segurança é permanente, independe de Black Friday”, diz diretor do Giraffas

Em entrevista à Mercado&Consumo, Cláudio Miccieli falou sobre os desafios da transformação digital

Uma das datas mais esperadas pelo varejo devido ao aumento do volume de vendas, na Black Friday intensificam-se também as tentativas de golpes e fraudes contra o consumidor. “A Black Friday não é só uma questão de segurança, mas também de volume adicional. A segurança deve ser permanente, independentemente de Black Friday, pois a cada dia existe uma novidade ou atualização para aprimorar a segurança”, afirma Cláudio Miccieli, diretor de Gestão do Giraffas.

O executivo destaca que nenhum sistema é 100% seguro e que na hora de fazer o investimento deve ser levado em conta o custo-benefício. “É preciso entender o tamanho do prejuízo e o custo que uma invasão poderia custar. Dentro dessa balança, escolher o melhor investimento para o nível de segurança que a sua operação precisa para se resguardar caso ocorra algum problema e para que se possa restabelecer o ambiente rapidamente”, diz.

Miccieli será um dos participantes do webinar “Transformação Digital no Varejo” realizado pela Mercado&Consumo, em parceria com a Fortinet, nesta quinta-feira, às 17h. Além de Miccieli, executivos das empresas BFFC, Usaflex e Armazém Paraíba vão debater como se preparar para que a transformação digital seja feita com segurança e não comprometa a integridade de seus projetos. 

 

Segundo Miccieli, mesmo já contando com uma plataforma própria de delivery, o Giraffas precisou acelerar o investimento na transformação digital com a chegada da pandemia. Os pedidos via delivery, que representavam 5% das vendas, passaram para quase 100% nos meses mais críticos. “Assim como todo o mercado, durante o processo da pandemia, tivemos uma aceleração brutal. O que já vinha sendo desenvolvido dentro dos vários setores e iria ocorrer no prazo de 10 anos foi acelerado para um ou dois anos”, diz.

Parceria com as concorrentes

O desafio vindo com o delivery acelerou também um projeto iniciado, antes da pandemia, de criar uma plataforma integrada com outras marcas do setor, a Quiq. Ainda em fase piloto, o app já foi aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), em julho deste ano, e vai entrar numa disputa com os grandes aplicativos de entrega, como o iFood, Rappi e Uber Eats.

“Essa ideia surgiu de uma conversa informal dentro da Associação Brasileira de Franchising. Conversando com outras lideranças, observamos que essa era uma dor e surgiu a ideia de reunir um grupo para criar uma solução que atenda ao mercado como um todo”, conta.

Fazem parte da parceria: Giraffas, Domino’s Pizza, Outback Steakhouse, Rei do Mate, Cia Tradicional (Braz Pizzaria, Braz Elettrica, Braz Trattoria, Pirajá, Original, Astor, Lanchonete da Cidade e Ici Brasserie), Grupo Halipar (Montana Grill, Griletto, Jin Jin e Croasonho), BFFC (Pizza Hut, KFC, Bob’s e Yoggi), Axionlog Uruguay S.A e Grupo Trigo (Spoleto).

“Está em teste-piloto, mas já está sendo disponibilizado para o mercado numa parceria com a Redecar, para embarcar nas maquininhas. Foi aprovado recentemente no Cade  e estamos em processo de pilotar, ampliar e abrir para o mercado”, afirma.

Imagens Divulgação e Bigstock

 

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