Mercado&Consumo
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • M&C CAPITAL
    • FRANQUIAS
    • GESTÃO
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • SUPERMERCADOS
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
    • INDÚSTRIA
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
    • BANDNEWS FM
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
VOLTAR PARA A HOME
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • M&C CAPITAL
    • FRANQUIAS
    • GESTÃO
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • SUPERMERCADOS
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
    • INDÚSTRIA
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
    • BANDNEWS FM
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
Mercado&Consumo
Sem resultado
Ver todos os resultados
Home Economia

Montadoras e indústria de eletrônicos voltam a parar produção por falta de peças

Problema também atinge a indústria de aparelhos eletrônicos

Redação de Redação
23 de junho de 2022
no Economia, Notícias
Tempo de leitura: 4 minutos
Montadoras e indústria de eletrônicos voltam a parar produção por falta de peças

Na esteira de lockdowns na China que ampliaram as dificuldades de abastecimento na indústria, fábricas das três maiores montadoras do País – Fiat, Volkswagen e General Motors (GM) – estão parando novamente por falta de componentes eletrônicos.

O problema também atinge, de forma ainda mais disseminada, a indústria de aparelhos eletrônicos, onde o total de fábricas com atrasos ou até mesmo paralisação de parte da produção é o maior desde o início da crise dos semicondutores.

Da guerra entre Rússia e Ucrânia, de onde saem insumos essenciais ao processo de produção dos chips, à morosidade na liberação de cargas em alfândegas por conta da operação-padrão de fiscais da Receita Federal, as duas indústrias vêm enfrentando uma sucessão de obstáculos para manter as linhas funcionando sem interrupções.

Com o empenho da China em zerar os casos de covid, a situação tornou-se mais desafiadora, já que o congestionamento de navios provocado pelo fechamento de portos no país asiático reduziu a disponibilidade de contêineres e embarcações para o transporte de mercadorias.

Férias coletivas

A Fiat, marca do grupo Stellantis, não vai fabricar carros nos próximos dez dias em Betim (MG) porque a fábrica mineira não tem peças em volume suficiente para manter a produção. Na primeira parada deste ano, o pessoal das linhas de automóveis entra em férias coletivas amanhã. Nas linhas de motores e transmissões, as férias da Fiat já começaram na segunda, 20.

Assim como fez no mês passado, a Volkswagen voltará a parar a produção em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, a partir de segunda-feira – desta vez por dez dias, e não 20 como em maio. Os trabalhadores retornam em 7 de julho com jornada reduzida em 24% (um dia a menos por semana) e corte de 12% nos salários, segundo informou o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.

Também está prevista uma parada de três semanas em julho – entre os dias 4 e 23 – na fábrica da Volks no Paraná, onde é produzido o utilitário esportivo T-Cross.

Conforme informações de sindicatos, a GM, que já não produziu na terça, 21, o Onix em Gravataí (RS), também vai interromper entre esta quarta, 22, e sexta-feira as atividades na linha da fábrica de São José dos Campos (SP) onde são montados o utilitário esportivo TrailBlazer e a picape S10.

Perdas na produção

Desde o início da pandemia, a indústria brasileira deixou de produzir cerca de 1,6 milhão de veículos. Só no primeiro ano da crise sanitária, foram 1,14 milhão de unidades, segundo cálculos da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Naquele ano, todas as montadoras do País paralisaram as atividades por várias semanas, mas o motivo era evitar o contágio da covid. Em 2021, quando as empresas já operavam normalmente, o que paralisou as fábricas foi a falta de componentes e cerca de 370 mil veículos não foram produzidos. Só uma montadora, a General Motors ficou com a fábrica de Gravataí (SP) fechada por quase cinco meses.

Neste ano, até maio, ocorreram 16 paradas de fábricas, o equivalente a 331 dias inativos (média de 20 dias por fábrica), de acordo com a Anfavea. Nesse período, 150 mil veículos deixaram de ser produzidos pelas montadoras. Em março de 2020, quando a pandemia se alastrou, o setor empregava 107 mil funcionários. Hoje são 101,8 mil, 5,2 mil a menos.

O consultor Cássio Pagliarini, da Bright Consulting, avalia que, se o mercado brasileiro tivesse mantido o ritmo de crescimento registrado entre 2016 e 2019, na casa de 9% a 10% ao ano, hoje as vendas internas estariam próximas de 3,3 milhões de unidades. A previsão da Anfavea, contudo, é de atingir, no máximo, 2,3 milhões de unidades, número que ainda pode ser revisto.

“É difícil separar a participação de cada situação na perda de produção e vendas, pois tem a crise da pandemia, a falta de suprimentos, problemas de logística, guerra na Ucrânia, alta dos preços das commodities, alta dos preços dos automóveis e instabilidade política”, pondera Pagliarini.

Reação ameaçada?

As novas paralisações acontecem após a recuperação mostrada pela indústria automotiva nos últimos dois meses, especialmente em maio, quando as montadoras apresentaram a melhor produção do ano. Com o desempenho, e o relaxamento das restrições em Xangai, onde funciona o maior porto do mundo, a direção da Anfavea, entidade que representa a indústria de veículos, avaliou no início do mês que a oferta de componentes eletrônicos, responsável pelo principal gargalo do setor, tem aos poucos se tornado menos crítica.

De lá para cá, no entanto, a falta de peças continuou forçando paradas de linhas, o que também reforça a percepção na indústria de que o problema segue longe de terminar.

No setor de eletroeletrônicos, tirando uma minoria ainda confiante, quase todos os empresários já jogaram a toalha em relação a uma normalização do abastecimento até o fim do ano. Sondagem feita pela Abinee, entidade que representa essa indústria, mostra que 57% das fábricas de produtos como celular, notebook e tevês tiveram a produção de alguma forma prejudicada no mês passado pela falta de componentes eletrônicos.

Entre empresas que relataram atrasos ou paralisações parciais da produção, o porcentual foi o maior desde que a pesquisa começou a acompanhar, em fevereiro do ano passado, os estragos da escassez global de chips na indústria de aparelhos eletroeletrônicos.

Três em cada quatro fábricas que fabricam produtos que dependem dos semicondutores seguem enfrentando dificuldade em encontrar o insumo no mercado. Muitas delas têm buscado fornecedores alternativos, mesmo pagando preços mais altos, e renegociado prazos de entrega com os clientes, entre outras medidas para contornar a situação.

Com informações de Estadão Conteúdo

Imagem: Shutterstock

Postagem anterior

Marcas patrocinam festas e lançam coleções inspiradas em São João

Próxima Postagem

Campanha para o Burger King ‘bugado’ é destaque no Festival de Cannes

Redação

Redação

Leia diariamente as notícias mais impactantes sobre varejo, consumo, franquias, shopping center e foodservice, entre outros temas, no Brasil e no mundo.

Relacionados Posts

SolarTurtle: a startup que usa contêineres solares para levar energia a regiões sem rede elétrica
Inovação

SolarTurtle: a startup que usa contêineres solares para levar energia a regiões sem rede elétrica

26 de junho de 2026
Americanas diz que acionistas foram enganados por antiga diretoria
Varejo

Americanas diz que acionistas foram enganados por antiga diretoria

26 de junho de 2026
Hapvida firma parceria com Promptly Health para conectar dados de saúde à pesquisa global
Economia

Hapvida firma parceria com Promptly Health para conectar dados de saúde à pesquisa global

26 de junho de 2026
Aneel define calendário de acionamento de bandeira tarifária para 2026
Economia

Área técnica da Aneel estima alta de 10,18% na conta de luz para consumidores da Enel SP

26 de junho de 2026
Safra de café do Brasil alivia aperto na oferta, mas não deve derrubar preço
Economia

Exigências regulatórias da UE podem embarreirar pequenos cafeicultores

26 de junho de 2026
Anvisa proíbe plataforma Voy de consultas online
Serviços

Anvisa proíbe plataforma Voy de consultas online e entrega de medicamentos

26 de junho de 2026
Motoristas de aplicativos prometem parar no próximo dia 15 por falta de reajuste nos repasses
Economia

CMN veta taxa de cadastro em crédito para motoristas de app

26 de junho de 2026
Lula diz que Pix é do Brasil e não será modificado
Meios de pagamento

Pagamentos via Pix em canais digitais sobem 20% em 2025, para 30,1 bilhões

26 de junho de 2026
Próxima Postagem
Campanha para o Burger King 'bugado' é destaque no Festival de Cannes

Campanha para o Burger King 'bugado' é destaque no Festival de Cannes

REDES SOCIAIS

NOTÍCIAS

SolarTurtle: a startup que usa contêineres solares para levar energia a regiões sem rede elétrica

SolarTurtle: a startup que usa contêineres solares para levar energia a regiões sem rede elétrica

26 de junho de 2026
Americanas diz que acionistas foram enganados por antiga diretoria

Americanas diz que acionistas foram enganados por antiga diretoria

26 de junho de 2026
Hapvida firma parceria com Promptly Health para conectar dados de saúde à pesquisa global

Hapvida firma parceria com Promptly Health para conectar dados de saúde à pesquisa global

26 de junho de 2026
Aneel define calendário de acionamento de bandeira tarifária para 2026

Área técnica da Aneel estima alta de 10,18% na conta de luz para consumidores da Enel SP

26 de junho de 2026
Safra de café do Brasil alivia aperto na oferta, mas não deve derrubar preço

Exigências regulatórias da UE podem embarreirar pequenos cafeicultores

26 de junho de 2026
Anvisa proíbe plataforma Voy de consultas online

Anvisa proíbe plataforma Voy de consultas online e entrega de medicamentos

26 de junho de 2026

Copyright © 2024 Gouvea Ecosystem.

Todos os direitos reservados.

  • Expediente
    • Ecossitema
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Anuário de Fornecedores
  • Anuncie

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo

Senha esquecida?

Recupere sua senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Conecte-se

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • M&C Capital
    • Franquias
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Abastecimento
    • Indústria
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

“A Mercado&Consumo possui parceria com o Grupo UOL, que utiliza "cookies" essenciais e outras tecnologias semelhantes para a coleta e processamento de dados, os quais são feitos nos termos da política de privacidade do Grupo UOL.”