Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
    • M&C Franchising
    • M&C Capital
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Abastecimento
    • Indústria
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

Home Economia

Rappi: Decisão de Zanin é muito importante para todo setor de plataformas digitais

Ministro do STF afastou vínculo de emprego entre entregador e a plataforma

  • de Redação
  • 3 anos atrás
Rappi: Decisão de Zanin é muito importante para todo setor de plataformas digitais

Em nota divulgada após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin afastar vínculo de emprego entre entregador e a plataforma Rappi, a empresa divulgou nota afirmando que a decisão “é muito importante para o Rappi e todo setor de plataformas digitais no Brasil”.

“Trata-se de um entendimento inovador e importante para o contexto brasileiro”, diz a diretora do Jurídico do Rappi, Michele Volpe, na nota enviada ao Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado). “Viemos para o Brasil para ficar e, para isso, precisamos que a segurança jurídica do modelo de negócio do Rappi e outras plataformas no Brasil seja garantida.”

A decisão de Zanin foi dada nesta quarta-feira, 22. O ministro derrubou acórdão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que havia reconhecido o vínculo de emprego. Para ele, a Justiça do Trabalho descumpriu a jurisprudência consolidada do Supremo sobre o tema. Ele citou precedentes que “consagram a liberdade econômica e de organização das atividades produtivas” – como o que autoriza a terceirização da atividade-fim das empresas.

O Rappi argumenta que não há vínculo empregatício porque “trabalha com um modelo de prestação de serviços, onde os entregadores são profissionais independentes, constituindo uma nova modalidade de trabalho”. Esse entendimento vem sendo acolhido por ministros do Supremo.

Em 2023, os ministros já derrubaram centenas de decisões da Justiça do Trabalho que haviam reconhecido vínculo empregatício. A decisão de Zanin, contudo, é apenas a sexta decisão que trata de trabalhadores de aplicativo – as cinco primeiras derrubaram vínculo de motoristas com a plataforma Cabify. Esta é, portanto, a primeira sobre a Rappi.

Ainda aguarda julgamento no STF um recurso da Uber contra condenação na Justiça do Trabalho. Nesse caso, que está sob relatoria de Edson Fachin, os ministros analisarão a questão pela primeira vez por decisão colegiada. Até agora, os ministros têm derrubado acórdãos de tribunais trabalhistas por meio de decisões monocráticas.

Com informações de Estadão Conteúdo (Lavínia Kaucz)

Imagem: Shutterstock

  • Categories: Economia, Foodservice, Notícias
  • Tags: aplicativoconsumoEconomiaentregafoodservicejustiçaJustiça do Trabalhomotorista de aplicativoplataformas digitaisRappiSTFtrabalho autônomovínculo empregatício

Conteúdo Relacionado

Boletim Focus: projeção reduz expectativa de inflação para 5,15% em 2026

de Redação 20 de julho de 2026

Ações ligadas a IA desafiam cenário macroeconômico e saltam 20% no 1º semestre

de Redação 20 de julho de 2026

EUA pediram ao Brasil abertura do setor químico e isenção para bens industriais, diz ministro

de Redação 20 de julho de 2026

Krugman diz que tarifas de Trump visam punir sucesso do Pix, mas dificilmente terão efeito

de Redação 20 de julho de 2026

Atividade econômica cresce 0,1% em maio, informa BC

de Redação 20 de julho de 2026

São Paulo e Santa Catarina sofrem 52% do impacto do tarifaço dos EUA

de Redação 20 de julho de 2026

Diversidade e inclusão saíram de moda nas empresas?

de Felipe Mario 20 de julho de 2026

Yázigi quer assumir ensino de inglês em escolas e aposta em novo modelo de expansão

de Aiana Freitas 20 de julho de 2026
Voltar ao topo

Sair da versão mobile