Mercado&Consumo
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • M&C CAPITAL
    • GESTÃO
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • SUPERMERCADOS
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
    • INDÚSTRIA
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
    • BANDNEWS FM
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
VOLTAR PARA A HOME
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • M&C CAPITAL
    • GESTÃO
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • SUPERMERCADOS
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
    • INDÚSTRIA
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
    • BANDNEWS FM
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
Mercado&Consumo
Sem resultado
Ver todos os resultados
Home Varejo

Da brinquedoteca da Ri Happy ao “rei do batom” chinês

O que o varejo brasileiro pode — e o que não consegue — copiar da China, da loja-destino ao TikTok Shop

Theo Paul Santana, da China de Theo Paul Santana, da China
24 de junho de 2026
no Destaque do dia, Notícias, Varejo
Tempo de leitura: 5 minutos

Enquanto a Ri Happy aposta que as famílias vão ao shopping para brincar, do outro lado do mundo milhões de famílias chinesas compram assistindo a um influenciador vender batom ao vivo para uma plateia maior do que a população inteira do Brasil. Dois caminhos para o mesmo destino: tornar a compra uma experiência.

O varejo brasileiro vive um momento de virada. A loja física busca um novo papel, as plataformas asiáticas dominam o carrinho do consumidor e o comércio começa a migrar para dentro das redes sociais. Nada disso é novidade na China, que há mais de uma década funciona como laboratório global do varejo do futuro. A pergunta que vale para o varejista brasileiro não é se devemos olhar para a China, mas o que faz sentido replicar e o que precisa ser adaptado à nossa realidade.

A loja vira destino

O conceito que move o novo modelo da Ri Happy tem nome: retailtainment, que é a fusão de varejo e entretenimento. O termo foi cunhado pelo sociólogo George Ritzer ainda em 1999, para descrever o uso de som, ambientação, emoção e atividade para deixar o cliente no clima de comprar. A lógica ganhou urgência com o avanço do e-commerce: se a compra transacional foi para a tela, a loja precisa oferecer o que a tela não dá — experiência, convivência e lazer.

A Ri Happy traduziu isso em números. Em seus projetos-piloto, o conceito Divertudo, que une brinquedoteca temática, café e experiências monitoradas, elevou as vendas por metro quadrado em 39,5%, aumentou o giro de produtos em 51% e fez o tempo médio de permanência saltar de 11 para 42 minutos. A frequência anual dos clientes que usam o entretenimento chega a oito visitas, contra 1,8 do cliente tradicional. A loja deixa de ser um ponto de venda e vira ponto de encontro.

Na China, esse modelo já é regra entre os líderes. O supermercado Freshippo, da Alibaba, permite que os clientes escaneiem produtos pelo celular, escolham frutos do mar vivos para preparo na hora e recebam a entrega em casa em até 30 minutos. Shoppings como o K11, em Xangai, misturam arte, gastronomia e consumo em um só espaço. O varejo chinês entendeu antes que a loja física precisa justificar a visita — e a Ri Happy mostra que essa lição já desembarcou no Brasil.

Uma diferença de escala — e de modelo

Quando se olha para o e-commerce, o abismo entre os dois países impressiona. A China é o maior mercado de comércio eletrônico do planeta, com vendas online que superam US$ 1,5 trilhão e respondem por cerca de 27% de todo o varejo do país. No Brasil, o e-commerce faturou R$ 204,3 bilhões em 2024, segundo a ABComm, com penetração ainda em torno de 11% a 12% do varejo total.

Mas a diferença não é só de tamanho — é de natureza. Na China, o varejo é social, ao vivo e acontece dentro de superaplicativos. No Brasil, ainda é majoritariamente um catálogo digital com carrinho e checkout. É justamente esse modelo chinês que começa a chegar por aqui, e não de forma sutil: em 2025, as plataformas asiáticas — Shopee, Shein, Temu, AliExpress e TikTok Shop — movimentaram cerca de R$ 130 bilhões e já respondem por mais de 40% do e-commerce nacional, enquanto as varejistas tradicionais viram sua participação cair de 67,5% para 58% ao longo do ano.

O comércio que acontece ao vivo

O maior diferencial chinês é o live commerce, com vendas por transmissão ao vivo, em que um apresentador demonstra produtos e o público compra em tempo real, sem sair do vídeo. É um mercado que movimentou trilhões de yuans na China e deve superar US$ 1 trilhão globalmente em 2026. Os astros desse formato vendem somas difíceis de imaginar — Austin Li, o “rei do batom”, chegou a vender cerca de US$ 1,7 bilhão em produtos em um único dia, na véspera do Singles’ Day, o maior evento de compras do mundo.

No Brasil, o social commerce sempre esbarrou na falta de uma plataforma que unisse descoberta, pagamento e logística em uma só tela. Isso mudou: o TikTok Shop estreou oficialmente no Brasil em maio de 2025 — este é, talvez, o dado mais importante para quem ainda acha que o live commerce chinês é coisa distante. Segundo a própria empresa, o País foi um dos melhores lançamentos da plataforma no mundo. Análises de bancos como o Itaú BBA apontam que o volume de vendas mensal saiu de cerca de US$ 1 milhão, em maio de 2025, para mais de US$ 46 milhões, em agosto. O Santander projeta que o TikTok Shop pode capturar de 5% a 9% do e-commerce brasileiro até 2028, o suficiente para entrar no grupo dos cinco maiores.

Superapp, não: ecossistema

Há um ponto, porém, em que o Brasil não deve — nem conseguiria — copiar a China: o superaplicativo. Lá, o WeChat reúne mensagens, pagamentos, compras e serviços em um só app, usado por mais de um bilhão de pessoas. Esse modelo prosperou em um ambiente de regulação peculiar e de concorrência estrangeira bloqueada, difícil de reproduzir no Ocidente. O caminho brasileiro é outro: ecossistemas integrados, como Mercado Livre com Mercado Pago, ou o avanço do Nubank e do iFood, conectando comércio, finanças e serviços sem um único dono da tela.

E aqui o Brasil tem um trunfo que a China não tem: o Pix. Lançado pelo Banco Central em 2020, movimentou R$ 26,9 trilhões em 2024 e virou o principal meio de pagamento do País. Enquanto a China depende de carteiras privadas e concorrentes, como o Alipay e WeChat Pay, o Pix é público, gratuito e interoperável — uma infraestrutura que reduz o atrito nos pagamentos, que travou o comércio social em outros países. Não por acaso, o checkout do TikTok Shop no Brasil já nasceu com Pix.

A última fronteira: a entrega

Se há um terreno em que a China abre vantagem clara, é a logística. Entregas no mesmo dia, armazéns automatizados e veículos autônomos são padrão entre gigantes como JD.com e Cainiao. O Brasil corre atrás, com o tamanho continental como obstáculo, mas avança: o Mercado Livre investe bilhões para multiplicar seus centros de distribuição e já entrega mais da metade dos pedidos no mesmo dia ou no dia seguinte. As próprias plataformas asiáticas montaram operações locais e recrutaram vendedores brasileiros para encurtar prazos. A loja física, aliás, vira aliada nessa corrida. A Ri Happy já entrega 40% dos pedidos em menos de três horas, usando as lojas como minicentros de distribuição.

Copiar não — adaptar

O futuro do varejo brasileiro está sendo escrito, em parte, em mandarim. Mas com sotaque local. Não importamos o Alipay: criamos o Pix. Não teremos um WeChat: construímos ecossistemas. E, em vez de só transmitir lives, reinventamos a loja física como destino de lazer, como faz a Ri Happy.

O TikTok Shop, já dentro do País, é o cavalo de Troia que traz o modelo chinês de bandeja — e obriga cada varejista a uma decisão que o próprio CEO da Ri Happy resumiu bem ao falar em disputar life share, e não apenas market share. A China mostrou o caminho. Cabe ao varejo brasileiro decidir se vai competir, colaborar — ou ficar assistindo de fora, como quem perde a partida mais importante por nunca ter entrado em campo.

Imagem criada por IA

Postagem anterior

Mercado Ads expande atuação com presença no TikTok, rede de criadores e vídeos ‘shoppable’

Próxima Postagem

O que Shein, Temu e as chinesas ensinam sobre relevância no varejo digital

Theo Paul Santana, da China

Theo Paul Santana, da China

Relacionados Posts

Reinvenção entra no cardápio do foodservice mirando o comportamento do consumidor
Foodservice

Reinvenção entra no cardápio do foodservice mirando o comportamento do consumidor

24 de junho de 2026
Shein tem pedido para instalar lojas nas unidades da Galeries Lafayette recusado
Artigos

O que Shein, Temu e as chinesas ensinam sobre relevância no varejo digital

24 de junho de 2026
TikTok Shop
E-commerce

Mercado Ads expande atuação com presença no TikTok, rede de criadores e vídeos ‘shoppable’

24 de junho de 2026
China anuncia que Brasil preencheu 50% da cota anual de carne bovina
Economia

Comissário da UE nega que bloco tenha adotado embargo à carne brasileira

23 de junho de 2026
Márcio Elias: 21% das exportações ficariam expostas a novas tarifas
Economia

CNI: após proposta de novas tarifas dos EUA, indústria prevê queda das exportações em 2026

23 de junho de 2026
UE revela medidas temporárias para aliviar regras bancárias
Economia

UE anuncia R$ 1,56 bi para projetos no Brasil, incluindo extensão de cabo submarino

23 de junho de 2026
INSS amplia exigência de biometria para concessão de benefícios
Economia

INSS amplia exigência de biometria para concessão de benefícios

23 de junho de 2026
“Hoje está muito mais prático ter visão do negócio”, diz diretor de Operações da Oakberry
Tecnologia

“Hoje está muito mais prático ter visão do negócio”, diz diretor de Operações da Oakberry

23 de junho de 2026
Próxima Postagem
Shein tem pedido para instalar lojas nas unidades da Galeries Lafayette recusado

O que Shein, Temu e as chinesas ensinam sobre relevância no varejo digital

REDES SOCIAIS

NOTÍCIAS

Reinvenção entra no cardápio do foodservice mirando o comportamento do consumidor

Reinvenção entra no cardápio do foodservice mirando o comportamento do consumidor

24 de junho de 2026
Shein tem pedido para instalar lojas nas unidades da Galeries Lafayette recusado

O que Shein, Temu e as chinesas ensinam sobre relevância no varejo digital

24 de junho de 2026
Da brinquedoteca da Ri Happy ao “rei do batom” chinês

Da brinquedoteca da Ri Happy ao “rei do batom” chinês

24 de junho de 2026
TikTok Shop

Mercado Ads expande atuação com presença no TikTok, rede de criadores e vídeos ‘shoppable’

24 de junho de 2026
China anuncia que Brasil preencheu 50% da cota anual de carne bovina

Comissário da UE nega que bloco tenha adotado embargo à carne brasileira

23 de junho de 2026
Márcio Elias: 21% das exportações ficariam expostas a novas tarifas

CNI: após proposta de novas tarifas dos EUA, indústria prevê queda das exportações em 2026

23 de junho de 2026

Copyright © 2024 Gouvea Ecosystem.

Todos os direitos reservados.

  • Expediente
    • Ecossitema
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Anuário de Fornecedores
  • Anuncie

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo

Senha esquecida?

Recupere sua senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Conecte-se

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • M&C Capital
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Abastecimento
    • Indústria
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

“A Mercado&Consumo possui parceria com o Grupo UOL, que utiliza "cookies" essenciais e outras tecnologias semelhantes para a coleta e processamento de dados, os quais são feitos nos termos da política de privacidade do Grupo UOL.”