Mercado&Consumo
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • M&C CAPITAL
    • M&C FRANCHISING
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • INDÚSTRIA
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • BANDNEWS FM
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
VOLTAR PARA A HOME
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • M&C CAPITAL
    • M&C FRANCHISING
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • INDÚSTRIA
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • BANDNEWS FM
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
Mercado&Consumo
Sem resultado
Ver todos os resultados
Home Varejo

“Brasil já é o maior mercado de Coca-Cola Zero do mundo”, diz diretor da Coca-Cola Femsa

Maior engarrafadora do mundo aposta em novos produtos, dados, omnicanalidade e execução para atingir metas

Bruna Lencioni de Bruna Lencioni
25 de maio de 2026
no Destaque do dia, Notícias, Varejo
Tempo de leitura: 8 minutos

O Brasil se transformou no principal mercado global de Coca-Cola Zero e hoje lidera o crescimento mundial da marca, segundo Hugo Medeiros, diretor de Trade Marketing da Coca-Cola Femsa Brasil. Em entrevista à Mercado&Consumo, o executivo afirmou que o País foi um dos primeiros mercados a acelerar a aposta em saudabilidade, embalagens menores e diversificação de portfólio, movimento que ajudou a consolidar a operação brasileira como peça estratégica dentro do sistema Coca-Cola.

“O Brasil é o maior contribuidor para o crescimento da marca Coca-Cola no mundo nos últimos anos. E Coca-Cola Zero é um dos principais motores disso”, afirmou.

Segundo Medeiros, a mudança de comportamento do consumidor obrigou a companhia a rever embalagens, comunicação, execução em ponto de venda e até promoções. “A indústria de refrigerantes só cresce nos últimos anos. O que mudou foi a adaptação às novas demandas do consumidor”, disse.

A Coca-Cola Femsa está em cerca de 500 mil pontos de venda no Brasil e opera uma das maiores estruturas de execução de varejo do País. O executivo afirmou que a companhia mantém um “exército de promotores” dentro de supermercados e grandes varejistas para reduzir ruptura e garantir disponibilidade de produtos nas gôndolas.

A companhia também acelera sua estratégia omnichannel por meio da plataforma Juntos+, ferramenta digital voltada ao relacionamento com varejistas. Segundo Medeiros, o sistema permite pedidos digitais, comunicação personalizada, promoções direcionadas e maior integração com pequenos comerciantes. “Queremos oferecer ao cliente a melhor alternativa possível, física ou digital”, disse.

O executivo também destacou que o avanço da Coca-Cola Zero ajudou a companhia a antecipar movimentos ligados à saudabilidade e ao consumo mais consciente. Hoje, segundo ele, embalagens menores e produtos sem açúcar crescem acima da média da categoria no Brasil. “O consumidor está mais informado, mais exigente e buscando alternativas alinhadas ao seu estilo de vida”, afirmou.

Youtube video

A Coca-Cola FEMSA, maior engarrafadora do sistema Coca-Cola no mundo em volume de vendas, encerrou o primeiro trimestre de 2026 com crescimento de receita e avanço operacional em mercados considerados estratégicos, incluindo o Brasil. A operação brasileira movimentou mais de 21 bilhões de pesos mexicanos em receita no período – cerca de R$ 6 bilhões na conversão atual – mantendo o País entre os mercados mais relevantes da companhia na América Latina (a companhia registrou alta de 3,6% em volume no período). Os dados são do Relatório aos Investidores.

Globalmente, a Coca-Cola Femsa atende mais de 270 milhões de consumidores em diversos países e opera uma estrutura considerada uma das maiores redes privadas de distribuição do setor de bebidas. No Brasil, a companhia alcança aproximadamente 94 milhões de consumidores, com operação em oito estados, 11 plantas industriais e 53 centros de distribuição.

Segundo Hugo Medeiros, o crescimento da operação brasileira está diretamente ligado à expansão de categorias premium, produtos sem açúcar, omnicanalidade e eficiência de execução no varejo. “Hoje o consumidor exige disponibilidade, conveniência e personalização. O varejo mudou muito rápido”, afirmou.

A Coca-Cola Femsa tem ações negociadas na Bolsa Mexicana e na Bolsa de Nova York, enquanto a The Coca-Cola Company também tem capital aberto na NYSE, nos Estados Unidos. Confira mais trechos da entrevista do diretor de Trade Marketing à Mercado&Consumo.

Mecado&Consumo — O Brasil virou o maior mercado de Coca-Cola Zero do mundo. O que explica esse movimento?

Hugo Medeiros — A gente conseguiu antecipar tendências de consumo. Há muitos anos já discutíamos saudabilidade, redução de açúcar e novas ocasiões de consumo. A Coca-Cola Zero foi evoluindo muito em qualidade e comunicação e o consumidor brasileiro abraçou isso rapidamente. Hoje, ela cresce acima da Coca-Cola original e o Brasil virou referência global para a marca.

A Coca-Cola conseguiu prever esse movimento de saudabilidade?

A Coca-Cola investe muito em dados, pesquisa e comportamento do consumidor. A gente acompanha hábitos de compra, hábitos de consumo e tendências culturais o tempo inteiro. Quando o consumidor começou a buscar alternativas sem açúcar, a companhia já vinha trabalhando nisso há bastante tempo.

Durante muitos anos se dizia que refrigerante perderia relevância. O que aconteceu na prática?

O que aconteceu foi uma adaptação da indústria. O consumidor mudou, as famílias mudaram e o portfólio precisou mudar junto. Hoje você tem mais opções de embalagens, tamanhos, produtos zero açúcar e categorias complementares. A indústria se adaptou às novas demandas.

O ponto de venda ainda é o grande diferencial competitivo da Coca-Cola?

Sem dúvida. A execução continua sendo central. Não basta ter um produto forte; ele precisa estar disponível, gelado, visível e no lugar certo. A gente investe muito em execução porque ruptura significa venda perdida. E venda perdida em bebida não volta.

Você mencionou um “exército de promotores”. Qual o papel dessa estrutura hoje?

O varejo brasileiro ainda enfrenta níveis altos de ruptura. Então temos equipes dentro das lojas garantindo abastecimento, exposição e disponibilidade. Isso ajuda tanto a Coca-Cola quanto o varejista. Quando o produto falta na gôndola, todo mundo perde.

Como funciona a estratégia omnichannel da companhia com o Juntos+?

O Juntos+ nasceu para facilitar a vida do varejista. O cliente continua tendo o vendedor presencial, mas também pode fazer pedidos pelo aplicativo, receber promoções personalizadas, acessar comunicação direcionada e ter mais autonomia. É uma lógica figital mesmo.

A Coca-Cola Femsa ainda quer ampliar presença no varejo brasileiro?

Sempre. O mercado é muito dinâmico. Todo dia abre ponto de venda novo e fecha outro. Então nosso time está constantemente prospectando novos clientes. A ideia é garantir que exista uma Coca-Cola gelada disponível em qualquer lugar.

O que torna a operação brasileira tão estratégica dentro da Coca-Cola Femsa?

O Brasil é um mercado gigantesco, muito diverso e extremamente relevante em inovação de consumo. O que acontece aqui muitas vezes vira aprendizado para outras operações. Além disso, o brasileiro é muito conectado emocionalmente às marcas.

Monster virou um fenômeno entre a geração Z?

Monster cresceu muito porque conseguiu criar conexão cultural. É uma marca extremamente ligada à geração Z, esportes, música e performance. O Brasil hoje já é um dos principais mercados globais da marca.

O que explica o crescimento do Powerade?

O crescimento da categoria de isotônicos acompanha uma mudança de comportamento do consumidor. As pessoas estão mais conectadas ao esporte, à corrida, à hidratação e à saúde. Powerade cresce junto com essa transformação.

Qual é hoje o principal desafio do varejo alimentar?

A velocidade. O consumidor mudou muito rápido. O varejo precisa equilibrar eficiência operacional, experiência, disponibilidade e conveniência ao mesmo tempo. E isso exige tecnologia, dados e muita execução.

E que conselho você daria ao pequeno varejista?

Não olhar só o curto prazo. Construção de marca, relacionamento e consistência continuam sendo fundamentais. O imediatismo às vezes faz as pessoas esquecerem que negócios fortes são construídos ao longo do tempo.

A Coca-Cola volta a apostar pesado em Copa do Mundo. Qual o racional por trás das ativações deste ano?

A Copa sempre foi uma plataforma muito importante para a Coca-Cola globalmente. Mas hoje a gente tenta ir além da publicidade tradicional, do patrocínio ao evento. As ativações precisam gerar experiência, engajamento e conversa com o consumidor. Por isso estamos trabalhando embalagens temáticas com figurinhas da Panini, as “latas campeãs”, experiências imersivas e ações conectadas ao digital.

A lógica hoje é transformar a embalagem em mídia também?

Totalmente. A embalagem virou ponto de contato, experiência e até item colecionável. O consumidor quer interação com a marca. Então, quando você conecta Copa do Mundo, experiência física, redes sociais e varejo, você cria uma jornada muito mais forte dentro do ponto de venda.

Essas ativações ajudam efetivamente a girar venda no varejo?

Muito. Copa do Mundo é uma das maiores datas de consumo para a categoria de bebidas. Ela aumenta fluxo, impulsiona compra por impulso e gera venda incremental. O varejo se beneficia muito dessas campanhas porque elas movimentam a loja inteira, não apenas a categoria de refrigerantes.

Imagem: Divulgação

Postagem anterior

Primark é atacarejo de moda. E está fazendo história

Próxima Postagem

Desenrola Brasil: uso do FGTS para pagar dívidas começa nesta segunda

Bruna Lencioni

Bruna Lencioni

Relacionados Posts

Multinacionais de veículos podem produzir no Brasil e exportar, defende Lula
Economia

Multinacionais de veículos podem produzir no Brasil e exportar, defende Lula

14 de julho de 2026
Brasil não é ameaça aos EUA e relação histórica deve ser suficiente para solução rápida, diz Fiesp
Economia

Sem previsão de acordo, prazo para tarifaço dos EUA vence esta quarta

14 de julho de 2026
McDonald's oferece vagas com Uber grátis e salário de R$ 2,1 mil
Foodservice

McDonald’s abre vagas no interior de SP com salários de até R$ 2,1 mil e Uber gratuito

14 de julho de 2026
Gasolina fica 5,6% mais barata para distribuidoras e deve impactar inflação
Tecnologia

ANP cria app para motoristas conferirem a qualidade dos postos de combustível

14 de julho de 2026
Empresa lança assistente de IA para reduzir em até 70% as tarefas operacionais do RH
Gestão

Empresa lança assistente de IA para reduzir em até 70% as tarefas operacionais do RH

14 de julho de 2026
Com mistura de 32% gasolina ficará mais barata e haverá autossuficiência, diz ministro
Economia

Há total possibilidade de a mistura de 32% na gasolina se tornar permanente, diz Silveira

14 de julho de 2026
Planalto confirma Plano Safra 2025/26 de R$ 516,2 bi para agricultura empresarial
Economia

Safra 2026 alcançará 347,4 milhões de t, 0,4% maior que a de 2025, projeta IBGE

14 de julho de 2026
Lalamove
Logística

Lalamove inicia operações na Arábia Saudita e amplia presença no Oriente Médio

14 de julho de 2026
Próxima Postagem
Governo libera mais R$ 3,9 bi para pagar saque-aniversário do FGTS

Desenrola Brasil: uso do FGTS para pagar dívidas começa nesta segunda

REDES SOCIAIS

NOTÍCIAS

Multinacionais de veículos podem produzir no Brasil e exportar, defende Lula

Multinacionais de veículos podem produzir no Brasil e exportar, defende Lula

14 de julho de 2026
Brasil não é ameaça aos EUA e relação histórica deve ser suficiente para solução rápida, diz Fiesp

Sem previsão de acordo, prazo para tarifaço dos EUA vence esta quarta

14 de julho de 2026
McDonald's oferece vagas com Uber grátis e salário de R$ 2,1 mil

McDonald’s abre vagas no interior de SP com salários de até R$ 2,1 mil e Uber gratuito

14 de julho de 2026
Gasolina fica 5,6% mais barata para distribuidoras e deve impactar inflação

ANP cria app para motoristas conferirem a qualidade dos postos de combustível

14 de julho de 2026
Empresa lança assistente de IA para reduzir em até 70% as tarefas operacionais do RH

Empresa lança assistente de IA para reduzir em até 70% as tarefas operacionais do RH

14 de julho de 2026
Com mistura de 32% gasolina ficará mais barata e haverá autossuficiência, diz ministro

Há total possibilidade de a mistura de 32% na gasolina se tornar permanente, diz Silveira

14 de julho de 2026

Copyright © 2026 Gouvea Ecosystem.

Todos os direitos reservados.

  • Quem Somos
  • Gouvêa Ecosystem
  • Trabalhe Conosco
  • Anuncie na M&C
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo

Senha esquecida?

Recupere sua senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Conecte-se

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
    • M&C Franchising
    • M&C Capital
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Abastecimento
    • Indústria
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

“A Mercado&Consumo possui parceria com o Grupo UOL, que utiliza "cookies" essenciais e outras tecnologias semelhantes para a coleta e processamento de dados, os quais são feitos nos termos da política de privacidade do Grupo UOL.”