O Procon-SP registrou 1.873 queixas de consumidores relativas a compras ou a contratações realizadas durante a Black Friday. O balanço é parcial, até o dia 28 de novembro, e registra s reclamações realizadas na plataforma digital. Considerando consultas e orientações nas redes sociais, o total chega a 1.919 atendimentos.
Entre as empresas mais reclamadas estão a Amazon, com 127 queixas (6,78%); Mercado Livre, com 107 (5,71%); e, empatadas com 87 reclamações cada, Magazine Luiza, Netshoes, Época Cosméticos, MagaluPay e Hub Fintech (4,64%). Outras citadas são Via, Casas Bahia, Ponto Frio e Extra.com.br, com 66 reclamações cada (3,52%); Vivo e Telefônica, com 53 (2,83%).
A maior parte das reclamações refere-se a atrasos ou não entrega dos produtos, com 603 queixas (32,19%); pedidos cancelados após a finalização da compra, com 272 (14,52%) e produtos entregues incompletos, danificados ou diferentes do solicitado, com 191 registros (10,20%).
Questões envolvendo descontos irregulares em produtos de maquiagem somam 180 queixas (9,61%), enquanto ofertas não cumpridas ou publicidade enganosa registraram 136 reclamações (7,26%).
Blitze nas lojas físicas
O Procon-SP também realizou fiscalizações em lojas físicas entre os dias 17 e 28 de novembro. Foram visitados 533 estabelecimentos, e 128 apresentaram irregularidades, o que corresponde a 24% das unidades inspecionadas.
Os principais problemas encontrados envolveram precificação, incluindo produtos sem informação de preço, preços não voltados ao consumidor, necessidade de cálculos para saber o valor correto e preços não ostensivos.
O balanço final da Black Friday 2025 será divulgado na próxima semana, pois o canal para registro de reclamações permanecerá aberto.
Imagem: Envato
