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Home Destaque do dia

Na pandemia, sete em cada dez pessoas mudaram padrões de consumo

Redação de Redação
29 de outubro de 2020
no Destaque do dia, E-commerce, Notícias, Varejo
Tempo de leitura: 3 minutos
Consumo na pandemia

Após seis meses de pandemia, uma pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) com 400 brasileiros mostra que sete em cada dez (72%) mudaram os padrões de consumo no período. Os setores mais impactados foram de roupas e calçados (42% dos entrevistados reduziram o consumo destes itens), viagens a turismo (30%) e atividades físicas (27%). O estudo mostra, ainda, que 22% das pessoas cortaram custos com bens essenciais, como alimentos e remédios.

A maioria (54%) daqueles que cortaram gastos aponta que o fizeram porque tiveram diminuição na renda. De acordo com a FecomercioSP, além de variáveis estruturais, como o crescimento da taxa de desemprego durante a crise sanitária (13,8% no segundo trimestre, segundo o IBGE) e a alta da inflação, especialmente sobre preços de alimentos e bebidas (acumulado de 7,3% até setembro), o próprio isolamento social decretado pelos governos estaduais no período explica a capilaridade do impacto no consumo: em casa, as pessoas demandaram mais artigos domésticos e itens que lhes permitissem estabelecer rotinas na quarentena. Da mesma forma, passaram a comprar mais pela internet.

Isso se revela, por exemplo, no fato de que sete em cada dez pessoas (72%) estão cozinhando mais em casa do que antes da pandemia, enquanto 42% delas disseram que, agora, praticam mais atividades físicas no ambiente doméstico. Houve, ainda, um aumento de 14% nas compras de itens de construção ou decoração.

Perspectivas do e-commerce

Apontado como a principal alternativa para manter o ritmo do mercado, o e-commerce se expandiu em meio à crise do coronavírus, mas não deve, necessariamente, manter o crescimento no cenário pós-pandêmico.

Segundo o estudo, 46% dos brasileiros aumentaram, de alguma forma, o consumo online – uma tendência que, aliás, atravessou os estratos de renda: enquanto 41% das pessoas que recebem até um salário mínimo por mês compraram um pouco mais pela internet do que antes da crise sanitária, este número foi de 39% entre os que ganham acima de dez salários mínimos.

No ambiente de crescimento da demanda, o setor de serviços saiu na frente: 56% dos consumidores admitem ter pedido mais comida por aplicativos na quarentena, enquanto 37% adquiriram algum tipo de curso a distância.

No entanto, a pesquisa também apresenta um alerta aos empresários que apostaram nas vendas online: quando questionadas sobre como pretendem consumir na internet depois que o isolamento social acabar, a maior parte das pessoas (47%) responde que pretende voltar ao patamar pré-crise.

No começo do mês, outro estudo da FecomercioSP mostrou que o e-commerce registrou um crescimento significativo no primeiro semestre do ano no Estado de São Paulo: as vendas pela web representaram 3,7% de todo o comércio varejista paulista no período analisado – uma alta de 0,8 ponto porcentual de janeiro a junho de 2020, equivalente ao crescimento dos seis anos anteriores.

Para a entidade, os números de agora sugerem que, após o isolamento, o e-commerce será mais um suporte para lojas físicas do que propriamente um canal de vendas autônomo.

Tendências para o varejo no pós-pandemia

Apesar disso, há possibilidades a serem exploradas nas vendas online. A pesquisa da FecomercioSP mostra, por exemplo, que 53% dos consumidores entre 18 e 35 anos compraram mais pela internet durante a pandemia – esse número é de 40% entre os acima de 35, sugerindo maior penetração entre os mais jovens.

Como tendem a ser mais naturalizados com meios digitais, 64% dos entrevistados entre 18 e 35 anos afirmaram que a prática de pedir comida delivery se tornou mais frequente na pandemia (49% entre os acima de 35), enquanto 50% dos mais jovens embarcaram em alguma formação a distância (26% na outra faixa etária) no período.

Já levando em conta o recorte de renda, a faixa que vai de um até cinco salários mínimos demonstra ser a mais ansiosa para voltar às compras. Há, contudo, planos distintos para cada faixa de renda: pessoas do estrato de renda mais baixo (até um salário mínimo) pretendem ir atrás de roupas e calçados quando o isolamento acabar (57%), ao passo que aquelas que estão na faixa entre um e dois salários mínimos dizem querer adquirir mais eletrodomésticos e/ou eletrônicos (48%). Os mais abastados (acima de dez salários mínimos), por sua vez, esperam poder voltar a viajar (45%).

Imagem: Reprodução

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