Com 62 escolas em operação e 15 em processo de abertura, a School of Rock acelera o plano de expansão e planeja assinar a mais 15 contratos neste ano para inaugurações previstas ao longo de 2027. A estratégia está concentrada em cidades fora dos grandes centros, especialmente no interior paulista.
A escolha das cidades é baseada em estudos de geomarketing. A empresa mapeia não apenas o tamanho da população, mas indicadores como densidade de domicílios qualificados, perfil socioeconômico, o volume de alunos na rede privada e o potencial de consumo, para mitigar riscos e assegurar a viabilidade do investimento.
“No interior, aproveitamos a estrutura de custos operacionais reduzidos para potencializar a rentabilidade do franqueado, sem abrir mão da metodologia global. Mais do que uma escola, estabelecemos um hub cultural que engaja comunidades menores e garante alta fidelização, provando que a marca possui tração e sustentabilidade financeira fora dos grandes centros”, afirma André Zaccarelli, gerente de expansão da School of Rock Brasil.
Em fevereiro, a rede inaugurou uma unidade em São José do Rio Preto, município com mais de um milhão de habitantes na região. Instalada no bairro Vila Redentora, a nova unidade tem cerca de 400 m² e será comandada pela empreendedora Manuella Leite, de 26 anos.
“A escolha de Rio Preto faz parte da nossa visão estratégica para crescer em polos regionais dinâmicos, com forte presença educacional e ecossistema empreendedor ativo”, afirma Pedro Aranha, diretor de operações da School of Rock Brasil.
Perfil do franqueado
A rede procura empreendedores com perfil de gestão e alinhamento com o propósito educacional da marca. Não é exigido que o candidato seja músico.
“Buscamos empreendedores com forte capacidade de gestão e afinidade com o setor de educação, que desejem transformar vidas por meio da música e integrar uma indústria musical dinâmica”, afirma Zaccarelli.
Público jovem
Hoje, 70% dos alunos da rede no Brasil são crianças e adolescentes; os outros 30% são adultos. Zaccarelli destaca que a demanda por educação musical vive uma ascensão impulsionada pela busca por saúde mental e bem-estar, como uma ferramenta terapêutica contra a ansiedade e o isolamento digital.
“A School of Rock se destaca nesse cenário ao transformar o ensino individual em uma experiência coletiva e profissional, promovendo uma integração real entre alunos de toda a rede através de ensaios e shows em grandes palcos e estúdios. Ao unir o desenvolvimento técnico ao protagonismo nos palcos, entregamos não apenas o domínio musical, mas a saúde social e a vivência comunitária que o mercado hoje tanto demanda”, diz.
Com operações também em Portugal e Espanha, a School of Rock Brasil registra faturamento anual próximo de R$ 100 milhões e atende cerca de 10 mil alunos.
Imagem: Divulgação















