In today’s increasingly complex, competitive, and fast-changing business environment, achieving profitability requires rigorous discipline — especially in the relationship between consumer goods companies and their distribution channels, whether direct or indirect. While significant progress has been made in measuring the production costs of product portfolios — many companies tracking costs down to the second decimal — there is still limited visibility into the actual profitability of channel sales and individual customers. This remains a striking contradiction.
In go-to-market and commercial effectiveness projects, it’s still common to find companies struggling to structure even a basic customer-level P&L. Without this, leadership lacks a critical tool for managing performance and making strategic decisions.
To help you build this vision, here are some key steps:
- Map All Customer Touchpoints
Start by identifying all touchpoints between your company and the customer throughout the order cycle — commercial, financial, logistics, service, technology, and others. Mapping the customer journey helps clarify where and how costs are incurred.
Attention Point: The greatest challenge is ensuring all related costs are accurately recorded in the ERP system as they occur. This demands discipline, standardized processes, training, and effective tools.
- Segment Your Customer Base
Customer segmentation should follow clear and objective criteria. Common examples include:
- Sales Channel: Direct (e.g., retail) or indirect (e.g., distributors, wholesalers). Each channel typically requires further segmentation, with different cost structures and profitability expectations.
- Revenue Concentration: Key accounts usually represent a large share of revenue and often receive differentiated service levels — resulting in higher costs.
- Drop Size: The average delivery size per customer (volume or order quantity). Larger drops may optimize logistics routes, reducing the cost per unit delivered.
- Service Level Requirements: Customized demands in sales or logistics (e.g., special palletization, exclusive deliveries, scheduling) can increase operational complexity and cost — often underestimated if not properly mapped.
- Allocate Revenues and Costs per Customer
- Revenue: Consider total billed revenue per customer during the analysis period. Focus on net revenue, accounting for:
- Commercial discounts
- Logistical discounts (e.g., centralized deliveries)
- Returns, bonuses, and rebates based on performance
Attention Point: Net revenue is frequently miscalculated. Poor control over bonuses and incentives is a common weak spot for both suppliers and retailers.
- Costs and Expenses: Include all direct and indirect expenses linked to customer interactions. Begin with direct costs such as:
- Salesforce time and incentives
- Promotional investments
- Delivery costs
- Merchandising
- Data sharing tools
Then allocate indirect costs (e.g., telemarketing, sales platforms, marketing, credit analysis, invoicing, and customer support).
Tip: Use simple, objective, and consistent allocation criteria. This makes historical comparisons easier and supports better decision-making.
- Calculate Customer Profitability
Customer margin equals net revenue minus total allocated costs and expenses. Use a 12-month period or a weighted moving average to avoid distortions from seasonality or one-off events.
Insight: The Pareto principle usually applies — around 80% of sales often come from 20% of customers. A deeper focus on this high-impact group typically drives the best returns.
For low-margin or unprofitable customers, create tailored action plans. These plans should be led by the sales team but developed collaboratively across departments. Open and transparent communication with the customer is key to success.
Make Profitability a Core Business Discipline
As it´s a critical topic for a company’s financial health, customer-level profitability should be treated as an ongoing, evolving process — and a permanent item on the leadership agenda.
Wishing you strong sales and solid profits!
Rodrigo Catani is head at Gouvêa Consulting.
*This text reflects the author’s opinion and does not necessarily reflect the position of Mercado&Consumo. This text was translated with AI.
Image: Envato









![Um estudo divulgado esta semana pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) aponta que a substituição da produção automotiva completa no Brasil pela montagem de kits importados pode eliminar 69 mil empregos diretos no país e afetar 227 mil postos indiretos ao longo da cadeia produtiva. Segundo o estudo, a ampliação do uso dos regimes CKD (Completely Knocked Down) e SKD (Semi Knocked Down) como modelos de montagem pode trazer diversos impactos para o setor automotivo do país, com reflexos não somente no emprego, mas também para os fabricantes de autopeças e para as exportações. “O levantamento estima ainda uma perda econômica de até R$ 103 bilhões para os fabricantes de autopeças e uma redução de aproximadamente R$ 26 bilhões na arrecadação de tributos em um único ano. As perdas nas exportações de veículos seriam de R$ 42 bilhões em um ano, prejudicando a balança comercial do país”, destaca a Anfavea. No modelo CKD, o veículo é importado totalmente desmontado e, no Brasil, passaria por sistemas de soldagem, pintura e integração de componentes. Já no regime SKD, o veículo é importado quase pronto, em grandes conjuntos, com uma montagem local mais simples e menor complexidade industrial. Atualmente, a montadora chinesa BYD opera no Brasil principalmente no modelo SKD, que é utilizado em sua fábrica de Camaçari (Bahia), inaugurada no ano passado. Pressão Em meados do ano passado, o governo federal autorizou uma cota adicional de US$ 463 milhões, com Imposto de Importação zerado, para veículos elétricos e híbridos desmontados. Válida até o dia 31 de janeiro, a medida acabou beneficiando a BYD e gerando muitas críticas de montadoras tradicionais no país como a Toyota, a General Motors, a Volkswagen e a Stellantis, que são representadas pela Anfavea. Com o prazo próximo de vencer, a Anfavea decidiu pressionar o governo federal para que não seja renovado o benefício de isenção de Imposto de Importação sobre veículos eletrificados desmontados. “SKD e CKD não são processos prejudiciais em si. Muitas montadoras iniciaram suas operações no Brasil por esses modelos, recolhendo os devidos impostos e estruturando, a partir disso, sua produção local. Outras valem-se do modelo para atender nichos de mercado. O problema é manter incentivos para a simples montagem em alto volume sem exigência de aporte de valor nacional, o que ameaça a sobrevivência da indústria de alta complexidade e a geração de empregos qualificados no país”, defende o presidente da Anfavea, Igor Calvet. Segundo ele, a indústria já instalada no país e de modelos mais tradicionais está preparada para competir com os novos regimes, mas se houver condições similares. “A Anfavea e suas associadas não temem a concorrência. O setor recebeu, ao longo das últimas décadas, diversas marcas internacionais dispostas a investir e competir no Brasil. O que se busca é um ambiente competitivo justo, com regras iguais para todos”, diz Calvet, em nota. Em um manifesto publicado em seu site, a Anfavea reafirma ser contra a renovação da isenção da importação de kits para a fabricação em alto volume no país. “[Essa isenção] pode parecer uma solução vantajosa no curto prazo, mas não constrói uma indústria forte. Modelos produtivos simplificados não desenvolvem cadeias locais, não geram o mesmo nível de empregos e não deixam o mesmo valor no país. E, no longo prazo, fragilizam aquilo que levou décadas para ser construído. Somos a favor da concorrência sem distorções e com coerência regulatória”, diz a associação. Procurada pela Agência Brasil, a BYD ainda não se manifestou sobre o assunto. Já o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços informou, por meio de nota, que “o sistema de cotas para importações de CKD e SKD termina neste mês de janeiro e não há, até o momento, nenhum pedido do setor para renovação da medida”.](https://mercadoeconsumo.com.br/wp-content/uploads/2023/07/CARROS_SHUTTER-75x75.jpg)





