Mercado&Consumo
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • M&C CAPITAL
    • M&C FRANCHISING
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • INDÚSTRIA
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • BANDNEWS FM
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
VOLTAR PARA A HOME
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • M&C CAPITAL
    • M&C FRANCHISING
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • INDÚSTRIA
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • BANDNEWS FM
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
Mercado&Consumo
Sem resultado
Ver todos os resultados
Home Artigos

Retail em 2026: entre o algoritmo e a experiência

M&C Media Labs de M&C Media Labs
15 de dezembro de 2025
no Artigos, Destaque do dia
Tempo de leitura: 5 minutos
Retail em 2026: entre o algoritmo e a experiência

Em 2026 o varejo brasileiro viverá ao mesmo tempo em duas realidades. De um lado, dashboards, modelos preditivos, retail media, Inteligência Artificial em toda a jornada. Do outro, a loja física como palco de relações humanas, comunidade e serviço, muitas vezes com um ROI que não aparece diretamente na DRE, mas que decide a fidelidade do cliente. Já não se trata de escolher entre razão algorítmica e emoção da experiência. Quem vai sobreviver à próxima curva é justamente o varejista capaz de orquestrar essas duas dimensões.

Nos últimos anos, o setor aprendeu a usar dados para prever fluxo, ajustar escala de atendimento e calibrar estoques. Em paralelo, cresceu o investimento em hiperpersonalização, com a promessa de aumentar receita ao tornar cada interação mais relevante. O recado é claro: o algoritmo já está na mesa. A questão, agora, é se ele está a serviço de uma experiência melhor ou apenas empilhando dados.

O ponto de virada para 2026, na minha visão, será usar a Inteligência Artificial não só para otimizar a operação, mas para liberar tempo, energia e orçamento para aquilo que o varejo faz de forma única: construir relações, serviços e experiências que não podem ser copiadas em um clique. Dados sozinhos criam eficiência. A preferência se constrói no encontro e é justamente aí que o projeto de loja ganha outra dimensão. A arquitetura deixa de ser um “acabamento” para se tornar a infraestrutura física onde tecnologia, serviços e pessoas de fato se encontram.

É nesse contexto que surge um tipo de ROI que não cabe só na planilha. Um exemplo é a loja Sherwin-Williams, em Moema (SP), onde projetamos o “espaço do pintor”: uma área dedicada ao profissional, com cursos, conteúdo, apoio técnico e aprofundamento nos produtos da marca. Nada disso acontece por acaso. Layout, fluxos, mobiliário, iluminação e pontos de conexão digital são pensados para acolher, ensinar e colocar o pintor no centro. O objetivo ali não é apenas vender mais latas de tinta no dia seguinte, mas formar uma comunidade mais fiel, aumentar frequência, reduzir turnover e construir preferência de longo prazo entre quem realmente influencia a decisão de compra.

Outro caso é a loja icônica da TIM, também em São Paulo, com um estúdio de podcasts e um espaço gamer concebidos como áreas de experimentação e convivência. A loja deixa de ser apenas um ponto de venda de planos e devices para se tornar um hub de interação, conteúdo e experiência digital. O desenho do espaço, a acústica, a integração com telas e dispositivos, a forma como se entra, circula e permanece ali são parte da estratégia. O cliente pode não sair com um novo plano naquele momento, mas sai com uma relação diferente com a marca. Esse tipo de serviço gera retorno em aumento de tempo de permanência, construção de comunidade, reputação e diferenciação em relação a concorrentes que continuam presos ao modelo puramente transacional. E é aqui que o algoritmo volta a aparecer: medindo impacto, mapeando jornadas, identificando padrões de comportamento que retroalimentam o desenho da experiência.

A personalização aprofunda ainda mais essa lógica. Se em 2010 personalizar era estampar o nome do cliente no produto, em 2026 ela passa a ser um serviço embutido na jornada, habilitado pela tecnologia e viabilizado pelo projeto. No universo da Pacco, por exemplo, a possibilidade de o cliente combinar cores, texturas e componentes para montar sua própria garrafa cria algo maior do que um SKU: cria a sensação de “essa Pacco foi feita por mim, para mim”. Para que isso aconteça em loja, é preciso desenhar bancadas, expositores, fluxos e interfaces de forma intuitiva, permitindo que o processo seja prazeroso e fluido, não um “trabalho” para o consumidor. O produto é apenas o ponto de partida. O que fideliza é o sentimento de autoria, pertencimento e reconhecimento individual em escala, graças ao algoritmo que recombina opções, sugere composições, lembra preferências e cruza histórico de compra com novos lançamentos.

Outro movimento relevante para 2026 será o avanço da retail media e o uso da loja física como mídia e laboratório de experiência. A loja deixa de ser “um canal a mais” e assume múltiplos papéis: canal de experimentação e sentimento (testar, tocar, viver a marca); hub logístico e de serviços (retira na loja, assistência, trocas, reparos); e tela viva de retail media, com conteúdos, ativações e ofertas contextualizadas para quem está naquele ponto de venda. Mais uma vez, é o projeto que torna isso possível: onde entram as telas, como se integram à comunicação visual, como convivem com o sortimento físico, que percursos o cliente faz até encontrá-las. O varejista que conecta esses papéis aos dados de jornada on e offline, consegue usar o algoritmo para orquestrar conteúdo, ofertas e serviços em tempo real, sem perder a espontaneidade da experiência física.

Agendas inadiáveis em 2026

Diante desse cenário, algumas agendas se tornam inadiáveis. A primeira é redefinir o que é ROI: incluir indicadores de fidelização, engajamento, tempo de permanência, recompra e NPS na análise de resultados, especialmente em iniciativas de serviço, personalização e comunidade. A segunda é tratar dados como insumo para empatia, não para controle: usar IA para entender contextos, barreiras e necessidades do cliente e não apenas para empurrar ofertas. A terceira é transformar a loja em plataforma de serviços. E isso começa no briefing do projeto: desenhar espaços preparados para cursos, ativações, personalização, hubs de conteúdo e integrações digitais desde a concepção, não como enxerto posterior. Por fim, é preciso orquestrar tecnologia, arquitetura e pessoas: não basta ter um app sofisticado se a loja não conversa com ele, nem uma loja conceito incrível se o time não está preparado para ativar aquela experiência. A vantagem competitiva nasce da coerência entre algoritmo, espaço físico e cultura de atendimento.

Em 2026, o varejo que prosperará não será o mais tecnológico, nem o mais “instagramável” isoladamente. Será o que conseguir usar o algoritmo para entender, prever e simplificar. E a experiência, apoiada por um bom projeto de loja, para emocionar, ensinar e conectar. Quando formação profissional, estúdios de conteúdo, espaços de jogo, personalização profunda e arquitetura bem pensada entram em cena, o ROI deixa de ser apenas financeiro e passa a incluir tempo, confiança e lealdade. É justamente nesses pontos de encontro, entre o dado e o cheiro de loja nova, entre o código e o abraço, entre o app e o atendimento, que o varejo encontra seu lugar mais poderoso: ser realmente relevante na vida das pessoas.

Luciana Carvalho é sócia-fundadora do Estúdio Jacarandá.
*Este texto reproduz a opinião do autor e não reflete necessariamente o posicionamento da Mercado&Consumo.
Imagem: Divulgação

Postagem anterior

Atividade econômica brasileira contraiu 0,2% em outubro

Próxima Postagem

Amazon expande serviço de entregas rápidas no Rio de Janeiro e em São Paulo

M&C Media Labs

M&C Media Labs

Relacionados Posts

foto_freepik_2026_IAnovarejo
M&C Capital

M&C Capital | Série Vetores do Varejo: IA acelera 400% tráfego gerado para o varejo e redefine a jornada

21 de julho de 2026
A revolução robótica no foodservice
Artigos

A revolução robótica no foodservice

21 de julho de 2026
Renda do trabalho substitui crédito e redesenha o varejo: 1º M&C Forecast mapeia o que esperar do 2º semestre
M&C Capital

Renda do trabalho substitui crédito e redesenha o varejo: 1º M&C Forecast mapeia o que esperar do 2º semestre

21 de julho de 2026
Mundo dos games ganha espaço no varejo físico com pop-up da Ubisoft em shopping de SP
Varejo

Mundo dos games ganha espaço no varejo físico com pop-up da Ubisoft em shopping de SP

21 de julho de 2026
Nestlé investe R$ 540 milhões em fábrica de Araçatuba
Indústria

Nestlé investe R$ 540 milhões em fábrica de Araçatuba até 2028

20 de julho de 2026
Boas ofertas levam 83% dos brasileiros a experimentar novas marcas
Economia

Boas ofertas levam 83% dos brasileiros a experimentar novas marcas

20 de julho de 2026
Diversidade e inclusão saíram de moda nas empresas?
ESG

Diversidade e inclusão saíram de moda nas empresas?

20 de julho de 2026
O futebol imita a vida
Artigos

O futebol imita a vida

20 de julho de 2026
Próxima Postagem
Amazon expande serviço de entregas rápidas no Rio de Janeiro e em São Paulo

Amazon expande serviço de entregas rápidas no Rio de Janeiro e em São Paulo

REDES SOCIAIS

NOTÍCIAS

foto_freepik_2026_IAnovarejo

M&C Capital | Série Vetores do Varejo: IA acelera 400% tráfego gerado para o varejo e redefine a jornada

21 de julho de 2026
A revolução robótica no foodservice

A revolução robótica no foodservice

21 de julho de 2026
Renda do trabalho substitui crédito e redesenha o varejo: 1º M&C Forecast mapeia o que esperar do 2º semestre

Renda do trabalho substitui crédito e redesenha o varejo: 1º M&C Forecast mapeia o que esperar do 2º semestre

21 de julho de 2026
Mundo dos games ganha espaço no varejo físico com pop-up da Ubisoft em shopping de SP

Mundo dos games ganha espaço no varejo físico com pop-up da Ubisoft em shopping de SP

21 de julho de 2026
Lula começa a ouvir setores afetados pelo tarifaço

Governo Lula começa a ouvir setores afetados pelo tarifaço dos EUA nesta semana

20 de julho de 2026
Passagem aérea sobe 7,24% no IPCA-15 de junho, impacto altista de 0,05 pp

Passagem aérea sobe 0,3% em junho, enquanto preço do querosene avança 57,6%

20 de julho de 2026

Copyright © 2026 Gouvea Ecosystem.

Todos os direitos reservados.

  • Quem Somos
  • Gouvêa Ecosystem
  • Trabalhe Conosco
  • Anuncie na M&C
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo

Senha esquecida?

Recupere sua senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Conecte-se

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
    • M&C Franchising
    • M&C Capital
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Abastecimento
    • Indústria
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

“A Mercado&Consumo possui parceria com o Grupo UOL, que utiliza "cookies" essenciais e outras tecnologias semelhantes para a coleta e processamento de dados, os quais são feitos nos termos da política de privacidade do Grupo UOL.”