Mercado&Consumo
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • M&C CAPITAL
    • M&C FRANCHISING
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • INDÚSTRIA
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • BANDNEWS FM
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
VOLTAR PARA A HOME
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • M&C CAPITAL
    • M&C FRANCHISING
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • INDÚSTRIA
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • BANDNEWS FM
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
Mercado&Consumo
Sem resultado
Ver todos os resultados
Home Artigos

Afinal, Black Friday é positiva ou negativa para o varejo? Tem alternativa?

Momentum nº 1.098

Marcos Gouvêa de Souza de Marcos Gouvêa de Souza
16 de dezembro de 2024
no Artigos, Destaque do dia
Tempo de leitura: 6 minutos
Afinal Black Friday é positiva ou negativa para o varejo? Tem alternativa?

“Para começar, é importante destacar que como o consumidor está no centro de tudo. A promoção Black Friday é interessante para o omniconsumidor e se torna cada vez mais global, na esteira do crescimento da participação das plataformas como Amazon em diferentes mercados.

Para o varejo em si, existem mais prós do que contras, mas no estágio atual tornou-se obrigatório o engajamento geral sob pena de se ficar à margem do mercado.

Os resultados recentes em diversos países e no Brasil mostra a força da promoção às vésperas do Natal, que sempre foi a mais importante data promocional do comércio e varejo e que, cada vez mais, sofre a concorrência focada apenas em preço da Black Friday.

Para o omniconsumidor cada vez focado em preço e valor, a Black Friday tem um apelo irresistível às vésperas do Natal, permitindo que ele antecipe compras aproveitando as ofertas e promoções.

A questão, sob o ponto de vista do comércio e do varejo, é até que ponto essa antecipação de vendas com maior sacrifício de preços e margens compensa de fato.

Mas não dá para negar. Da forma como está, não dá para ficar de fora.”

Importante recordar que a Black Friday nasceu nos Estados Unidos para gerar uma promoção especial no meio do feriado de Thanksgiving – que, na cultura norte-americana, tem enorme simbolismo e concorre com o próprio Natal em apelo emocional.

O nome evocava a transição dos resultados em vermelho, prejuízo, para preto, com as vendas especiais nessa oportunidade e em seguida Natal “salvando” o resultado do ano. Nasceu focada no varejo de lojas.

Para criar algo orientado para o e-commerce, foi lançada em seguida a Cyber Monday, e ambas se integraram com o avanço dos multicanalidade.

Os resultados deste ano em alguns mercados mostram a força da promoção.

Nos Estados Unidos os resultados da Black Friday de 2024 segundo a Mastercard indicam um aumento nas vendas online de 14,6% em relação ao ano anterior, enquanto as vendas em lojas físicas tiveram um incremento mais modesto, de 0,7%.

Na Inglaterra, de forma surpreendente, o varejo físico, segundo a VoucherCodes, teria tido crescimento de 9,1% em relação ao ano anterior para uma média geral de 4,5%.

Na Coreia do Sul, apesar do adverso clima político, o crescimento este ano foi de 15% no e-commerce e de 8% nas lojas físicas.

Índia, Austrália, França, Espanha, Itália, Chile e muitos outros países se incorporaram ao apelo representado pela Black Friday, em especial pela comunicação gerada pelas plataformas globais como Amazon e outras, e têm acompanhado a evolução da promoção nascida nos Estados Unidos.

No México, numa tentativa de evitar o conflito, mas não perder o apelo promocional, criou-se a “El Buen Fin”, que acontece na semana anterior ao feriado do Dia da Revolução Mexicana, que neste ano ocorreu entre 15 e 18 de novembro e é algo similar à Semana Brasil por aqui, que aconteceu entre 2019 e 2022.

Na prática, no México, aconteceram as promoções da El Buen Fin e em seguida o Black Friday.

No Brasil, este ano pelo Índice Cielo de Varejo Ampliado (ICVA) as vendas cresceram 16,1% em comparação com o mesmo período do ano passado. No comércio de lojas, a alta teria sido de 17,1% e, no e-commerce, 8,9%.

No indicador deste ano estão consideradas as vendas do dia 29 de novembro apenas e no ano passado desde o dia 24 de novembro, o que pode ter influenciado o desempenho.

E sempre lembrando que as campanhas e promoções deixaram de se concentrar apenas no dia e se estendem em alguns casos para o todo o mês e para muitas empresas ao menos toda a semana.

Por segmentos, pelo mesmo indicador, os destaques foram Super e Hipermercados com 26,2%, Drogarias e Farmácias, com 21,7%, e Vestuário, com 18,2%.

Mas para cada empresa, categoria, canal ou modelo de negócio é uma realidade distinta.

É relevante notar a evolução do uso do Pix como sistema de pagamento no Brasil. Durante a Black Friday, ele teve expansão de 120,7%, sinalizando sua crescente participação em relação a alternativas, o que pode distorcer alguns outros indicadores.

Para o omniconsumidor, já se tornou uma data aguardada e para a qual muitos se planejam para aproveitar e antecipam compras de Natal.

Tem um efeito quase que similar ao Single’s Day da China, que acontece no dia 11/11 e que se torna também cada vez mais global.

E não tem como escapar, como comentou a CEO do McDonald’s em encontro que tivemos por lá.

Ela nos relatou que no começo a rede procurava evitar para não ser envolvida em mais uma data promocional de mercado e preferindo manter sua própria estratégia. Mas a partir de um determinado ano começaram a participar e tornou-se de fato uma das principais promoções para a rede na China.

Dá para mudar?

No Brasil já se discutiu muito a conveniência de manter a data ou ao menos tentar mudar o período da promoção.

Em 2019, a Secom do Governo Federal coordenou a Semana Brasil, que seria uma alternativa nacional para a criação de uma data promocional no mês de setembro. Nos primeiros anos, com o engajamento das principais entidades de comércio e varejo do País, a data decolou e vinha se firmando como alternativa nesse período em que nada existia como apelo de vendas.

Com a mudança de governo a iniciativa oficial foi desmobilizada e deixou de ser articulada.

O X da questão

O ponto central e sobre o qual parece haver consenso do comércio e do varejo é sobre a inadequação de uma mega promoção às vésperas do Natal vendendo com preço promocional e depreciando margens e rentabilidade o que poderia ser vendido com preço cheio.

A realidade é que a inflação mais alta e crescente, o nível de endividamento e a pressão sobre a renda têm feito crescer o foco do omniconsumidor no valor e promoções, ofertas, vendas especiais e outras alternativas que só fazem reduzir a parcela das vendas totais baseadas em preço cheio.

Estima-se que nos Estados Unidos menos de 20% das vendas totais do varejo são feitas com preço cheio. É um processo evolutivo que aparenta não ter retorno, pois tudo indica que esse é o tipo de “vício” do qual não se tem muita recuperação.

Tem alternativa?

Já se cogitou – e não passou disso – uma articulação ampla para rever ao menos a data de uma ampla campanha promocional que mobilizasse o maior número possível de marcas, categorias, canais e segmentos para gerar uma alternativa um pouco mais apropriada à Black Friday considerando o período em que acontece. E muito ainda se tem falado sobre essa possibilidade.

Tudo que exija ampla mobilização, investimento e comunicação visando mudar hábitos instalados de comportamento de consumidores enfrentará uma natural resistência, pois definitivamente é melhor se adaptar, sorrir e aderir do que tentar nadar contra a correnteza. Mesmo que o custo em termos de rentabilidade e estresse operacional e logístico seja muito alto.

Muito para refletir. E sabe-se lá se vale a pena, de alguma forma, agir.

Nota: De 8 a 15 de Janeiro de 2025 estaremos em nossa 36ª missão da NRF Retail’s Big Show. O atual Ecossistema Gouvêa foi a primeira delegação estruturada a participar do evento, sendo também a primeira a organizar uma apresentação sobre o varejo brasileiro no evento com a participação de Frederico Trajano do Magazine Luiza e Artur Grynbaum do Boticário.

Nesse período, mais de 3.800 executivos, dirigentes e profissionais dos setores de varejo, consumo e serviços participaram em nossas delegações para o NRF Show e muitos outros em nossas Trade Missions para Europa, EUA, Israel, China, Coréia, Singapura e Índia.

Para conhecer mais da programação 2025 da NRF Show, acesse aqui. Os aprendizados sobre tudo que será visto e discutido nessa missão, traduzidos, aprofundados e comparados com a realidade brasileira, poderão ser vistos e acompanhados no Retail Trends – Pós NRF no dia 28 de Janeiro de 2025 em São Paulo, nas versões presencial e virtual e pela cobertura especial que será feita pela plataforma Mercado&Consumo. Conheça mais por aqui.

Marcos Gouvêa de Souza é fundador e diretor-geral da Gouvêa Ecosystem e publisher da plataforma Mercado&Consumo.
*Este texto reproduz a opinião do autor e não reflete necessariamente o posicionamento da Mercado&Consumo.

Imagem: Shutterstock

Postagem anterior

Ashua Curve & Plus Size projeta a abertura de 11 PDVs ainda neste ano, no Brasil e no Uruguai

Próxima Postagem

Cia.Marítima aposta em sustentabilidade com nova unidade em São Paulo

Marcos Gouvêa de Souza

Marcos Gouvêa de Souza

Marcos Gouvêa de Souza é fundador e diretor-geral da Gouvêa Ecosystem, o mais relevante ecossistema de consultorias, soluções e serviços que atua em todas as vertentes dos setores de Varejo, Consumo e Serviços. É membro do Conselho do IDV, IFB e Ebeltoft Group, presidente do LIDE Comércio, conselheiro do grupo BFFC/Bob's, publisher da plataforma MERCADO&CONSUMO e autor/coautor de mais de dez livros relacionados aos temas de sua especialidade.

Relacionados Posts

Nubank tem nova CEO para América latina; confira outras mudanças
Gestão

Nubank tem nova CEO para América latina; confira outras mudanças

18 de julho de 2026
Como o Walmart usou o físico para dominar o digital
Artigos

Como o Walmart usou o físico para dominar o digital

17 de julho de 2026
Beleza masculina cresce no mercado global, que deve chegar a US$ 1,52 tri até 2035
Economia

Beleza masculina cresce no mercado global, que deve chegar a US$ 1,52 tri até 2035

17 de julho de 2026
Pleno emprego, mas não pleno consumo: a nova disputa pelo orçamento do brasileiro
Artigos

Pleno emprego, mas não pleno consumo: a nova disputa pelo orçamento do brasileiro

17 de julho de 2026
Ikesaki reforça varejo de experiência com espaço dedicado a ativações de marcas em São Paulo
Varejo

Ikesaki reforça varejo de experiência com espaço dedicado a ativações de marcas em São Paulo

17 de julho de 2026
The Best Açaí amplia portfólio de franquias com dois novos modelos de loja
Franquias

The Best Açaí amplia portfólio de franquias com dois novos modelos de loja

17 de julho de 2026
Entre gerações e gôndolas: por que o sucesso continua começando pelas pequenas responsabilidades
Artigos

Entre gerações e gôndolas: por que o sucesso continua começando pelas pequenas responsabilidades

16 de julho de 2026
Lula diz que não bate continência para outra bandeira e que Brasil tomará medidas sobre tarifas
Economia

Lula repudia tarifaço, fala em acionar lei de reciprocidade e responsabiliza clã Bolsonaro

16 de julho de 2026
Próxima Postagem
Cia.Marítima

Cia.Marítima aposta em sustentabilidade com nova unidade em São Paulo

REDES SOCIAIS

NOTÍCIAS

Nubank tem nova CEO para América latina; confira outras mudanças

Nubank tem nova CEO para América latina; confira outras mudanças

18 de julho de 2026
Google pede ao Cade fim do processo que investiga uso de conteúdo jornalístico

Google pede ao Cade fim do processo que investiga uso de conteúdo jornalístico

17 de julho de 2026
Lula diz ter 'obsessão' de fazer alimento ficar barato para população comprar

“Enquanto Trump não falar de tarifaço, eu não falarei”, diz Lula

17 de julho de 2026
Durigan rejeita indenização por fim da escala 6x1

Durigan diz que não cabe falar em retaliação aos EUA, essa palavra está fora da mesa

17 de julho de 2026
Xandô inaugura centro de distribuição de 1.950 m² em São Paulo e foca em eficiência logística

Xandô inaugura centro de distribuição de 1.950 m² em São Paulo e foca em eficiência logística

17 de julho de 2026
La Guapa estreia no Nordeste com loja em Natal e prevê 27 unidades até o fim do ano

La Guapa estreia no Nordeste com loja em Natal e prevê 27 unidades até o fim do ano

17 de julho de 2026

Copyright © 2026 Gouvea Ecosystem.

Todos os direitos reservados.

  • Quem Somos
  • Gouvêa Ecosystem
  • Trabalhe Conosco
  • Anuncie na M&C
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo

Senha esquecida?

Recupere sua senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Conecte-se

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
    • M&C Franchising
    • M&C Capital
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Abastecimento
    • Indústria
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

“A Mercado&Consumo possui parceria com o Grupo UOL, que utiliza "cookies" essenciais e outras tecnologias semelhantes para a coleta e processamento de dados, os quais são feitos nos termos da política de privacidade do Grupo UOL.”