Mercado&Consumo
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • M&C CAPITAL
    • M&C FRANCHISING
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • INDÚSTRIA
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • BANDNEWS FM
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
VOLTAR PARA A HOME
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • M&C CAPITAL
    • M&C FRANCHISING
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • INDÚSTRIA
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • BANDNEWS FM
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
Mercado&Consumo
Sem resultado
Ver todos os resultados
Home Artigos

Nearshore na indústria têxtil: como a tendência está redefinindo a cadeia de produção

Opinião de Mercado de Opinião de Mercado
20 de setembro de 2024
no Artigos, Destaque do dia
Tempo de leitura: 4 minutos
Nearshore na indústria têxtil: como a tendência está redefinindo a cadeia de produção

A pandemia de covid-19 trouxe mudanças profundas em diversas indústrias, e a têxtil não foi exceção. As disrupções nas cadeias de suprimentos globais, os atrasos no transporte e o aumento dos custos logísticos expuseram a vulnerabilidade dos modelos tradicionais de produção. Nesse cenário, o conceito de nearshore, ou seja, a transferência de processos de produção para localidades mais próximas do mercado consumidor, ganhou relevância e está transformando a cadeia de produção da moda.

Historicamente, a indústria têxtil tem se apoiado em estratégias de produção offshore, com fábricas localizadas em países asiáticos devido aos custos reduzidos de mão de obra. No entanto, a dependência de fornecedores distantes começou a mostrar suas limitações durante a pandemia, levando grandes marcas de moda a reconsiderarem suas cadeias de suprimentos.

Enquanto no onshore as operações de produção permanecem próximas à sede da empresa, o nearshoring oferece maior proximidade geográfica entre a produção e o consumo, permitindo às marcas responderem de forma mais ágil às flutuações de demanda e às tendências de mercado. Além disso, a produção mais próxima facilita o controle de qualidade e reduz os riscos associados a longas escalas de fornecimento.

“Não depender de mercado tão distante diminui o impacto ambiental da logística”.

Essa proximidade permite que marcas e fabricantes colaborem de forma mais estreita, acelerando o processo de desenvolvimento de produtos e permitindo uma resposta mais rápida às tendências de moda e às mudanças nas preferências dos consumidores. Essa agilidade é crucial em um mercado em que a velocidade e a capacidade de adaptação são diferenciais competitivos. Produzir em locais mais próximos facilita o controle rigoroso de qualidade.

As marcas podem monitorar de perto os processos de produção e a sustentabilidade, garantindo que os padrões de qualidade sejam mantidos consistentemente. Isso é especialmente importante em um mercado em que a qualidade dos produtos pode impactar diretamente a reputação da marca.

Com as crescentes preocupações ambientais, o nearshore oferece uma oportunidade para a indústria têxtil reduzir sua pegada de carbono. A produção em locais mais próximos diminui a necessidade de transporte de longa distância, resultando em emissões menores de CO2. Além disso, a proximidade facilita a implementação de práticas sustentáveis, como o uso de materiais ecológicos e processos de produção mais limpos.

“Não existe sustentabilidade produzindo e comprando de outro continente”

O Brasil, com sua localização estratégica na América Latina e vasta disponibilidade de recursos naturais, como o algodão, possui uma base industrial robusta, o que o coloca em uma posição favorável para se tornar um hub de nearshore no setor têxtil, atendendo tanto o mercado interno quanto exportações para regiões próximas. Como grande potência na área, acredito que o País pode aproveitar essa tendência de nearshore para revitalizar sua indústria.

Para se ter uma ideia da nossa força, segundo a Abit, a indústria têxtil e de confecção do Brasil é uma das cinco maiores do mundo, composta por cerca de 24 mil empresas, desde a produção de fibras até a confecção de vestuário, empregando aproximadamente 1,3 milhão de trabalhadores. Em 2022, o Brasil produziu 2,1 milhões de toneladas, o que garantiu o faturamento total de R$ 193 bilhões, sendo que US$ 4,8 bilhões oriundos das exportações.

Devido ao tamanho do mercado interno brasileiro e às políticas históricas de incentivo à produção local, o onshoring ainda predomina. No entanto, o nearshoring está crescendo em importância, à medida que empresas globais buscam alternativas mais próximas de seus mercados consumidores, especialmente em setores em que o Brasil tem vantagens competitivas específicas.

No contexto do fast fashion — que busca uma moda rápida e acessível, caracterizada pela  produção de roupas em grandes quantidades e em ciclos curtos para atender às tendências de moda de maneira quase instantânea, a Renner é um exemplo interessante para discutir o nearshoring. A empresa possui um foco significativo na produção local e regional, com uma parte considerável de suas mercadorias sendo fabricadas no Brasil e em países próximos, como a Argentina e o Paraguai. Outro exemplo é a C&A que tem uma presença significativa em países da América Latina, incluindo o Brasil, onde mantém parte de sua produção próxima ao mercado consumidor.

O foco em sustentabilidade está moldando a adoção de estratégias nearshore. Marcas como Patagônia e Stella McCartney estão liderando o movimento de moda sustentável, priorizando a produção em regiões que podem oferecer materiais de origem ética e práticas de trabalho justas, sem comprometer a agilidade e a qualidade.

O nearshore está redefinindo a cadeia de produção da indústria têxtil e de moda, oferecendo uma solução para os desafios de um mundo pós-pandêmico. Com benefícios claros em termos de agilidade, controle de qualidade e sustentabilidade, essa tendência está posicionada para continuar ganhando força. À medida que mais marcas adotam essa estratégia, a indústria têxtil pode se tornar mais resiliente, adaptável e alinhada às demandas de um mercado em constante evolução.

Vejo muito claramente que o futuro pode ver um equilíbrio maior entre esses dois modelos, especialmente com as mudanças na economia global e nas escalas de suprimentos pós-pandemia, gerando empregos e receitas locais, e diminuindo o impacto logístico. A adoção do nearshore não é apenas uma resposta às disrupções recentes, mas uma evolução natural em direção a um futuro mais sustentável e eficiente em toda escala têxtil e de confecção, até chegar no consumidor final.

Hélvio Pompeo Madeira Junior é diretor de Negócios do Febratex Group.
*Este texto reproduz a opinião do autor e não reflete necessariamente o posicionamento da Mercado&Consumo
Imagens: Divulgação

Postagem anterior

Magalu e AliExpress: parceria impulsiona a expansão do varejo digital no Brasil

Próxima Postagem

Chilli Beans troca lojas próprias por franquias e acelera crescimento

Opinião de Mercado

Opinião de Mercado

Relacionados Posts

Nubank amplia operação com aquisição do Banco Porto Real
M&C Capital

Nubank amplia operação com aquisição do Banco Porto Real

21 de julho de 2026
Stone cresce 455,9% no lucro líquido no primeiro trimestre de 2023
M&C Capital

Stone reposiciona marca com foco em pequenos empreendedores

21 de julho de 2026
O preço da ilusão - Os impactos econômicos, sociais e de saúde causados pelas bets
Artigos

O preço da ilusão – Os impactos econômicos, sociais e de saúde causados pelas bets

21 de julho de 2026
foto_freepik_2026_IAnovarejo
M&C Capital

M&C Capital | Série Vetores do Varejo: IA acelera 400% tráfego gerado para o varejo e redefine a jornada

21 de julho de 2026
A revolução robótica no foodservice
Artigos

A revolução robótica no foodservice

21 de julho de 2026
Renda do trabalho substitui crédito e redesenha o varejo: 1º M&C Forecast mapeia o que esperar do 2º semestre
M&C Capital

Renda do trabalho substitui crédito e redesenha o varejo: 1º M&C Forecast mapeia o que esperar do 2º semestre

21 de julho de 2026
Mundo dos games ganha espaço no varejo físico com pop-up da Ubisoft em shopping de SP
Varejo

Mundo dos games ganha espaço no varejo físico com pop-up da Ubisoft em shopping de SP

21 de julho de 2026
Nestlé investe R$ 540 milhões em fábrica de Araçatuba
Indústria

Nestlé investe R$ 540 milhões em fábrica de Araçatuba até 2028

20 de julho de 2026
Próxima Postagem
Chilli Beans troca lojas próprias por franquias e acelera crescimento

Chilli Beans troca lojas próprias por franquias e acelera crescimento

REDES SOCIAIS

NOTÍCIAS

K-Beauty amplia espaço no Brasil e já responde por mais de 7% do mercado de skincare

K-Beauty amplia espaço no Brasil e já responde por mais de 7% do mercado de skincare

21 de julho de 2026
Número de setores industriais que se dizem confiantes passou de 1 para 6

Satisfação com condições financeiras da indústria sobe 0,7 ponto, diz CNI, mas pessimismo segue

21 de julho de 2026
Samsung

Samsung quer criar divisão de robótica e centros de pesquisa no Japão, China e EUA

21 de julho de 2026
Dona do Ozempic entra com ação por propaganda enganosa contra fabricante do Mounjaro

Dona do Ozempic entra com ação por propaganda enganosa contra fabricante do Mounjaro

21 de julho de 2026
Nubank amplia operação com aquisição do Banco Porto Real

Nubank amplia operação com aquisição do Banco Porto Real

21 de julho de 2026
GM demite cerca de 1.000 funcionários para cortar custos e tentar competir em mercado 'lotado'

GM supera previsões e eleva guidance, mas tem queda no lucro líquido no 2º trimestre

21 de julho de 2026

Copyright © 2026 Gouvea Ecosystem.

Todos os direitos reservados.

  • Quem Somos
  • Gouvêa Ecosystem
  • Trabalhe Conosco
  • Anuncie na M&C
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo

Senha esquecida?

Recupere sua senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Conecte-se

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
    • M&C Franchising
    • M&C Capital
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Abastecimento
    • Indústria
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

“A Mercado&Consumo possui parceria com o Grupo UOL, que utiliza "cookies" essenciais e outras tecnologias semelhantes para a coleta e processamento de dados, os quais são feitos nos termos da política de privacidade do Grupo UOL.”