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Para diretora-proprietária da Estrela Franquias, a pandemia impulsionou a hora do sim

O Mercado&Consumo em Alerta desta manhã trouxe para o seu debate virtual a gestão de uma rede de negócios no novo cenário. Na ocasião, Samira Bolson, head de Varejo da Dengo Chocolates; Hudson Manzano, diretor de Vendas do Grupo Samsonite; e Fabiana Estrela, diretora-proprietária da Estrela Franquias (Caverna do Dino/Barriga Verde) falaram sobre o tema e demais assuntos relacionados ao atual momento de suas operações.

Há 20 anos no Franchising como diretora-proprietária da Estrela Franquias, franqueadora da Caverna do Dino/Barriga Verde, rede de lojas de Solução para o Enxoval do Bebê com mais de 40 lojas no Brasil e diversos Selo de Excelência em Franchising, Fabiana Estrela disse ter visto, junto de seus fraqueados, projetos que antes demorariam anos para serem implementados, todos em prática por conta da pandemia. “Tudo que estava planejado foi colocado em ação na dúvida se daria certo ou não. A pandemia impulsionou a hora do sim e tivemos que descobrir todos juntos onde chegaríamos com essa aceleração não planejada”, disse a executiva.

Com o seu foco em enxoval para bebês, Fabiana explicou que as ações, sempre muito presentes nas lojas físicas, precisaram ser readaptadas e ainda pensadas para também convencer o consumidor sobre as novidades. “O chá de bebê que antes era presencial e com ferramentas físicas nas lojas (havia lista impressa), precisou ser adaptado e levados para o online. O consumidor precisou assumir esse mundo digital como seu e a nossa equipe também”, e completou: “O fluxo nunca mais será o mesmo em relação a loja física.”

Outra atividade que ganhou ainda mais relevância durante a pandemia foi a venda de produtos consignados. Fabiana disse que no interior essa prática é muito comum com a marca, mas a empresa precisou fazer uma série ajustes para garantir um controle ainda maior de entrada e saída de mercadoria.

Sobre a retomada, a empresária reforçou o papel do cliente no centro. Ela disse que os franqueados, gerentes e equipes precisaram entender (ainda mais) que o cliente quer ser atendido a partir das necessidades e vontades dele. “Neste período todos os colaboradores entenderam que a composição de resultado que ele vai ter vai ser atendendo o consumidor como ele quer, seja no físico ou no digital. As vendas nunca mais irão acontecer apenas nas lojas físicas”, afirmou.

Fabiana contou ainda que a toda rotina das lojas precisou ser reestruturada, tudo para dar conta de toda demanda. Segundo ela, com o aumento dos canais de vendas foi preciso ainda mais atenção por parte da equipe. “A gestão por trás da área de produtos foi um aprendizado intenso. Em abril teve loja que bateu meta, mas também tivemos lojas que não se adaptaram a essa velocidade digital e ficaram com resultados a desejar”, disse.

* Imagem reprodução

Redação

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