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Cervejas da Ambev vão ficar mais caras a partir de sexta-feira

A cervejaria é dona de marcas como Skol, Brahma, Antarctica, Bohemia e Stella Artois

As cervejas da marca Ambev vão ficar mais caras a partir de sexta-feira (1º). O reajuste, citado em reportagem do jornal Folha de S. Paulo, foi confirmado pela empresa em uma nota de apenas uma frase: “A Ambev faz, periodicamente, ajustes nos preços de seus produtos e as mudanças variam de acordo com as regiões, marca, canal de venda e embalagem.”

A cervejaria concentra 60% de participação de mercado no País e é dona de marcas como Skol, Brahma, Antarctica, Bohemia e Stella Artois.

Segundo a Folha, o aumento vai variar de 5% a 6% em chope e cervejas, incluindo embalagens descartáveis. A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) confirmou o aumento de preços e afirma que o reajuste deve vir alinhado com a inflação acumulada nos últimos 12 meses, em torno de 10%.

Cervejas da Ambev vão ficar mais caras a partir de sexta-feira

Inflação em alta

O aumento no preço das cervejas segue os já percebidos pelo consumidor em outros produtos. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial no País, chegou a 1,14% em setembro deste ano. A taxa é superior ao resultado de 0,89% de agosto deste ano e ao 0,45% de setembro do ano passado. É também a maior taxa para setembro desde 1994 (1,42%).

Com o resultado, a prévia da inflação oficial acumula taxas de 7,02% no ano e de 10,05% em 12 meses. A taxa trimestral do IPCA-15, também conhecida como IPCA-E, chegou a 2,77%. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De agosto para setembro, oito dos nove grupos de despesas registraram inflação, com destaque para transportes (2,22%), que teve alta de preços influenciada pela gasolina (2,85%), etanol (4,55%), gás veicular (2,04%) e óleo diesel (1,63%).

A categoria alimentação e bebidas também apresentou impacto importante na alta do IPCA-15, ao registrar taxa de 1,27%, com altas de preços de produtos como carnes (1,10%), batata-inglesa (10,41%), café moído (7,80%), frango em pedaços (4,70%), frutas (2,81%) e leite longa vida (2,01%).

Também houve inflação relevante no grupo de despesas habitação (1,55%). O item que mais influenciou essa alta de preços foi energia elétrica, que ficou 3,61% mais cara no período. Por outro lado, educação foi o único grupo de despesas com deflação (queda de preços): -0,01%.

Com informações da Agência Brasil
Imagens: Bigstock e Agência Brasil

Redação

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