Mercado&Consumo
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • ESG
    • GESTÃO
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • SUPERMERCADOS
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
    • INDÚSTRIA
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
    • BANDNEWS FM
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
VOLTAR PARA A HOME
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • ESG
    • GESTÃO
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • SUPERMERCADOS
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
    • INDÚSTRIA
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
    • BANDNEWS FM
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
Mercado&Consumo
Sem resultado
Ver todos os resultados
Home Destaque do dia

Brasil perde posições e fica na 57ª colocação em ranking mundial de competitividade digital

No relatório, o País está à frente apenas da África do Sul, Filipinas, Botswana, Argentina, Colômbia, Mongólia e Venezuela

Redação de Redação
2 de dezembro de 2023
no Destaque do dia, Notícias, Tecnologia
Tempo de leitura: 4 minutos
Brasil perde posições e fica na 57ª colocação em ranking mundial de competitividade digital

O Brasil caiu cinco posições no Ranking Mundial de Competitividade Digital, ficando no 57º lugar em uma lista de 64 países avaliados. Com esse resultado, volta aos patamares de 2018 e 2019. Quando o estudo foi divulgado pela primeira vez, há sete anos, o País figurava no 55º lugar. Na edição do ano passado, estava na 52º colocação.

O ranking global é feito anualmente pelo IMD World Competitiveness Center em parceria técnica com o Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da Fundação Dom Cabral (FDC). Ele avalia a capacidade das economias globais para incorporar novas tecnologias digitais que podem impactar a produtividade econômica, o crescimento dos países e das organizações.

No relatório deste ano, o Brasil está à frente apenas da África do Sul, Filipinas, Botswana, Argentina, Colômbia, Mongólia e Venezuela. A lista dos dez primeiros colocados – com os Estados Unidos na liderança após ganhar uma posição em relação a 2022 -, também se mantém pouco alterada, com os países se descolando cada vez mais dos demais.

“O desenvolvimento e a adoção de tecnologias digitais vêm ampliando cada vez mais a distância entre os países no topo e na base da lista”, afirma diz Hugo Tadeu, diretor do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da FDC. Por isso, diz ele, o ranking reforça a importância de um maior envolvimento da esfera pública e privada na agenda de construção de uma nação digital, pela complexidade e necessidade de atuação em cooperação para superação de desafios.”

O estudo avalia três temas – conhecimento, tecnologia e prontidão para o futuro -, com base em 54 indicadores envolvendo itens como gestão das cidades, fluxo de estudantes estrangeiros, treinamento e educação, gastos em pesquisa e desenvolvimento (P&D), financiamento para o desenvolvimento tecnológico, serviços bancários e financeiros, agilidade empresarial e segurança cibernética do governo

Também são avaliadas as percepções de cerca de 100 executivos brasileiros de diferentes setores, regiões e portes de empresas, com o objetivo de obter uma representação geral do País. Globalmente, a pesquisa obteve a contribuição de mais de 6,4 mil executivos em todos os países da lista.

Segundo o IMD, o estudo permite acompanhar e analisar os avanços e retrocessos dos países sobre a pauta de transformação digital ao longo destes anos. Também auxilia governos e empresas a identificarem áreas estratégicas para concentrar seus recursos e a determinar as melhores práticas ao iniciar o processo de transformação digital.

“O Brasil está sempre na rabeira, porque as condições estruturantes são as mesmas”, diz o professor da FDC. No ano passado, o País tinha perdido uma posição e, neste ano, foram cinco. Uma das explicações é que houve uma melhora significativa dos dez primeiros colocados.

“Levando-se em conta uma pontuação até 100, eles ficam sempre orbitando na média dos 95 pontos porque fazem investimentos significativos em ciência e tecnologia, que é o que mais gera riqueza para um país”, afirma Tadeu.

Segundo ele, os países líderes têm uma agenda de Estado e pensam no curto prazo e no futuro. Um exemplo, cita Tadeu, é a Coreia do Sul, que há 30 anos plantava arroz e hoje tem tecnologia de ponta porque o Estado foi o indutor, colocando investimentos em inovação, formação de mão de obra e, ao mesmo tempo, atraindo empresas.

Em sua avaliação, esses países precisam ser copiados para puxar a agenda de crescimento dos demais. “Todo país que tem uma performance econômica elevada, teve o Estado como indutor num primeiro momento, gerou fomento e reduziu custo de capital para ciência e tecnologia.

“O Brasil é o extremo oposto”, avalia. Por isso não consegue sair das posições abaixo de 50 pontos. Além dos outros primeiros colocados terem melhorado ainda mais suas performances, o Brasil piorou seus indicadores.

Um dos pilares que levou o País a esses resultados ruins é a agilidade empresarial. Para Tadeu, as empresas brasileiras deveriam levar mais a sério as agendas de inovação e tecnologia, ou transformação digital.

Outro pilar é algo que se fala há anos, que é a questão da formação. “No nosso caso, nem a formação básica nem a técnica nem na parte de engenharia estamos conseguindo melhorar nossa performance.”

Se o País não combinar investimentos, formação de mão de obra altamente qualificada e não tiver geração de riqueza, vai continuar no fim da lista, prevê Tadeu. “Se não tratarmos dos problemas estruturais que temos vamos continuar a ter esse crescimento mediano que, ao longo dos anos, tem forte impacto na renda da população.”

Como são agendas de médio a longo prazos, demora tempo para ter resultados, então deveria começar já para que a próxima geração consiga retornos melhores, ou seja, na opinião do diretor da FDC, não há expectativa de melhora importante para o ranking do próximo ano.

Poucos pontos positivos

Em alguns poucos dados o Brasil se saiu bem como no total de gastos públicos em educação, representatividade feminina em pesquisas científicas, produtividade em pesquisas de P&D e uso de serviços públicos online pela população.

Já as piores pontuações foram para a experiência internacional da força de trabalho, habilidades tecnológicas e estratégias de gestão das cidades para apoiar o desenvolvimento de negócios.

Com informações de Estadão Conteúdo (Cleide Silva)
Imagem: Shutterstock

Postagem anterior

Presidente da Petrobras afirma que mudança no estatuto não é ingerência política na empresa

Próxima Postagem

R2U lança ferramenta com IA generativa para gestão de redes sociais

Redação

Redação

Leia diariamente as notícias mais impactantes sobre varejo, consumo, franquias, shopping center e foodservice, entre outros temas, no Brasil e no mundo.

Relacionados Posts

Parque Trianon ganhará restaurante com capacidade para 150 lugares
Foodservice

Parque Trianon ganhará restaurante com capacidade para 150 lugares

3 de junho de 2026
Rodízio volta ao normal em São Paulo; restrições ao comércio devem terminar dia 17
Economia

Rodízio de veículos em SP será suspenso no feriado de Corpus Christi

3 de junho de 2026
Brasil vai buscar novos parceiros para diminuir impactos comerciais
Economia

Brasil vai buscar novos parceiros para diminuir impactos comerciais

3 de junho de 2026
Americanas demite mais de 4 mil colaboradores
Varejo

Americanas encerra contratos temporários e demite mais de 4 mil colaboradores

3 de junho de 2026
Planos de saúde coletivos têm reajuste médio de 9,9%, mostra ANS
Serviços

Número de beneficiários de planos de saúde sobe em abril para 52,958 milhões, diz ANS

3 de junho de 2026
Produtos brasileiros podem estar sujeitos a tarifas adicionais de até 37,5%
Economia

Produtos brasileiros podem estar sujeitos a tarifas adicionais de até 37,5% dos EUA, diz Amcham

3 de junho de 2026
Controladora da Zara acelera crescimento de vendas apesar de cenário desafiador
Varejo

Controladora da Zara acelera crescimento de vendas apesar de cenário desafiador

3 de junho de 2026
Por que a identidade digital virou a infraestrutura crítica mais importante da atualidade
Artigos

Por que a identidade digital virou a infraestrutura crítica mais importante da atualidade

3 de junho de 2026
Próxima Postagem
R2U lança ferramenta com IA generativa para gestão de redes sociais

R2U lança ferramenta com IA generativa para gestão de redes sociais

REDES SOCIAIS

NOTÍCIAS

Parque Trianon ganhará restaurante com capacidade para 150 lugares

Parque Trianon ganhará restaurante com capacidade para 150 lugares

3 de junho de 2026
Rodízio volta ao normal em São Paulo; restrições ao comércio devem terminar dia 17

Rodízio de veículos em SP será suspenso no feriado de Corpus Christi

3 de junho de 2026
Brasil vai buscar novos parceiros para diminuir impactos comerciais

Brasil vai buscar novos parceiros para diminuir impactos comerciais

3 de junho de 2026
Americanas demite mais de 4 mil colaboradores

Americanas encerra contratos temporários e demite mais de 4 mil colaboradores

3 de junho de 2026
Planos de saúde coletivos têm reajuste médio de 9,9%, mostra ANS

Número de beneficiários de planos de saúde sobe em abril para 52,958 milhões, diz ANS

3 de junho de 2026
Produtos brasileiros podem estar sujeitos a tarifas adicionais de até 37,5%

Produtos brasileiros podem estar sujeitos a tarifas adicionais de até 37,5% dos EUA, diz Amcham

3 de junho de 2026

Copyright © 2024 Gouvea Ecosystem.

Todos os direitos reservados.

  • Expediente
    • Ecossitema
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Anuário de Fornecedores
  • Anuncie

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo

Senha esquecida?

Recupere sua senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Conecte-se

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • ESG
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Indústria
    • Abastecimento
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

“A Mercado&Consumo possui parceria com o Grupo UOL, que utiliza "cookies" essenciais e outras tecnologias semelhantes para a coleta e processamento de dados, os quais são feitos nos termos da política de privacidade do Grupo UOL.”