Mercado&Consumo
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • M&C CAPITAL
    • M&C FRANCHISING
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • INDÚSTRIA
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • BANDNEWS FM
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
VOLTAR PARA A HOME
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • M&C CAPITAL
    • M&C FRANCHISING
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • INDÚSTRIA
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • BANDNEWS FM
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
Mercado&Consumo
Sem resultado
Ver todos os resultados
Home Artigos

O caminho do sucesso em operação Dark Kitchen

Cristina Souza de Cristina Souza
5 de janeiro de 2021
no Artigos, Destaque do dia, Mais lidas do ano
Tempo de leitura: 3 minutos
O caminho do sucesso em operação Dark Kitchen

Desde 2017 no mercado brasileiro de foodservice, o termo dark kitchen ganhou espaço nas discussões dos empreendedores, gestores e líderes de negócios de alimentação fora do lar como mais um modelo de operação. Alguns entusiasmados e arrojados, outros ainda defendendo que não atenderia ao seu modelo de negócios.

O ano de 2018 foi marcado pelo lançamento de estruturas com um pool cozinhas para serem operadas 100% em sistema delivery. As empresas agregadoras de pedidos de delivery foram as primeiras a investir no modelo, mas, na sequência, grupos de investidores enxergaram as iniciativas como grande oportunidade e elas seguem em expansão em todo Brasil.

Novos termos também foram cunhados: ghost kitchen, cloud kitchen, cozinha às escuras. Cada um tem um conceito específico, mas o espírito geral está ligado a uma operação dedicada ao delivery. E, além dos aglomerados de dark kitchens, os restaurantes independentes, redes e franquias entraram no jogo.

Segundo a pesquisa CREST, realizada pela Mosaiclab – membro da Gouvêa Ecosystem –, no segundo trimestre de 2019 o delivery representava 9% do total das transações no foodservice e, no segundo trimestre de 2020, esse índice foi de 32%. Certamente, com a reabertura, esse número passará por uma acomodação, mas não voltará aos 9% pré-pandemia.

Somos constantemente procurados para apoiar a construção de estratégias para implementação de operações em dark kitchens e cabe destacar alguns caminhos para quem pretende entrar no ramo ou aprimorar o seu modelo:

  • Cardápio enxuto, fichas técnicas rigorosamente testadas, tempos e movimentos altamente detalhados e preparação incansável da equipe.
  • Escolher um software de gestão eficiente e que permita integração com todas as plataformas com as quais pretende atuar é a base do sucesso. Todo controle da operação deve ser integrado e digital. Somente controlar as vendas é a chave para não ter sucesso nesse modelo de negócio.
  • Nem todo processo de produção precisa ser feito na dark kitchen. Os restaurantes podem adquirir produtos para finalização ou possuírem centrais de produção. A vantagem é a padronização, simplificação e melhor controle da segurança dos alimentos.
  • Estruturar um modelo que permita uma operação de alta produtividade e investir em equipamentos que combinem tecnologia e performance são pontos obrigatórios. Nunca o layout e a estrutura física ideal foram tão importantes em um modelo operacional de foodservice. Escolha um bom arquiteto.
  • Tempo de entrega é um dos fatores mais importantes para o consumidor. Ele depende da agilidade de produção combinada à disponibilidade de entregadores. Estruturas que oferecem conforto para a espera de pedidos por esses profissionais reduzem o tempo de entrega para os clientes. Os entregadores dão preferência a lugares com abrigo, wi-fi, água, toaletes. Ao preparar um pedido em um período de 8 a 10 minutos, ele será entregue ao cliente, de acordo com o raio de atuação, em menos de 15 minutos. Isso gera muitas avaliações positivas para a marca e recorrência de pedidos. Afinal, quem pede tem fome.
  • Tão ou mais importante dos que os custos com matéria-prima são os custos com embalagens. Além de assegurar a integridade do produto, elas devem ter seu preço e performance constantemente negociados. Confirmar se o cliente precisa de talheres, guardanapos e até quantidade de complementos, como ketchup e mostarda, também faz sentido para racionalizar custos.
  • Fidelizar-se a um único aplicativo ou estar em todos, além do seu aplicativo próprio e interação em mídias sociais e WhatsApp? O nome do jogo é omnicanalidade. Convenientemente estar onde o cliente estiver.
  • Construir estratégias de marketing digital complementares para dar vistas ao propósito da empresa, origem e qualidade de produto e, principalmente, se fazer presente na jornada digital dos consumidores. Esses investimentos não são pequenos e podem pressionar o caixa das empresas.
  • Construir, focar e aculturar o time em poucos e eficientes indicadores de gestão são as recomendaçoes finais. Por exemplo: crescimento de vendas, desvio do CMV em relação à ficha técnica, tempo de entrega e avaliação de consumidores. Gerir incansavelmente é o lema de uma operação de dark kitchen. Não há “distrações” no salão. O foco é pedido, produção, entrega e controle.

Nem todos terão sucesso nesse modelo de operação. E, como em todos os negócios, a chave do sucesso é preparar-se bem. A máxima “faça o básico PERFEITO” nunca foi tão verdadeira. Sucesso!

Cristina Souza é CEO da Gouvêa Foodservice.

Postagem anterior

Produtos Lego são novidade no e-commerce e na loja-conceito da Fast Shop

Próxima Postagem

C&A encerra seu primeiro programa de aceleração com projetos inéditos no varejo

Cristina Souza

Cristina Souza

Cristina Souza é empresária e especialista em estratégia e inovação para o mercado de foodservice cofundadora e CEO da Tanjerin .

Relacionados Posts

foto_freepik_2026_IAnovarejo
M&C Capital

M&C Capital | Série Vetores do Varejo: IA acelera 400% tráfego gerado para o varejo e redefine a jornada

21 de julho de 2026
A revolução robótica no foodservice
Artigos

A revolução robótica no foodservice

21 de julho de 2026
Renda do trabalho substitui crédito e redesenha o varejo: 1º M&C Forecast mapeia o que esperar do 2º semestre
M&C Capital

Renda do trabalho substitui crédito e redesenha o varejo: 1º M&C Forecast mapeia o que esperar do 2º semestre

21 de julho de 2026
Mundo dos games ganha espaço no varejo físico com pop-up da Ubisoft em shopping de SP
Varejo

Mundo dos games ganha espaço no varejo físico com pop-up da Ubisoft em shopping de SP

21 de julho de 2026
Nestlé investe R$ 540 milhões em fábrica de Araçatuba
Indústria

Nestlé investe R$ 540 milhões em fábrica de Araçatuba até 2028

20 de julho de 2026
Boas ofertas levam 83% dos brasileiros a experimentar novas marcas
Economia

Boas ofertas levam 83% dos brasileiros a experimentar novas marcas

20 de julho de 2026
Diversidade e inclusão saíram de moda nas empresas?
ESG

Diversidade e inclusão saíram de moda nas empresas?

20 de julho de 2026
O futebol imita a vida
Artigos

O futebol imita a vida

20 de julho de 2026
Próxima Postagem
Após projeto-piloto, C&A vai implantar tecnologia RFID em 200 lojas espalhadas pelo País

C&A encerra seu primeiro programa de aceleração com projetos inéditos no varejo

REDES SOCIAIS

NOTÍCIAS

foto_freepik_2026_IAnovarejo

M&C Capital | Série Vetores do Varejo: IA acelera 400% tráfego gerado para o varejo e redefine a jornada

21 de julho de 2026
A revolução robótica no foodservice

A revolução robótica no foodservice

21 de julho de 2026
Renda do trabalho substitui crédito e redesenha o varejo: 1º M&C Forecast mapeia o que esperar do 2º semestre

Renda do trabalho substitui crédito e redesenha o varejo: 1º M&C Forecast mapeia o que esperar do 2º semestre

21 de julho de 2026
Mundo dos games ganha espaço no varejo físico com pop-up da Ubisoft em shopping de SP

Mundo dos games ganha espaço no varejo físico com pop-up da Ubisoft em shopping de SP

21 de julho de 2026
Lula começa a ouvir setores afetados pelo tarifaço

Governo Lula começa a ouvir setores afetados pelo tarifaço dos EUA nesta semana

20 de julho de 2026
Passagem aérea sobe 7,24% no IPCA-15 de junho, impacto altista de 0,05 pp

Passagem aérea sobe 0,3% em junho, enquanto preço do querosene avança 57,6%

20 de julho de 2026

Copyright © 2026 Gouvea Ecosystem.

Todos os direitos reservados.

  • Quem Somos
  • Gouvêa Ecosystem
  • Trabalhe Conosco
  • Anuncie na M&C
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo

Senha esquecida?

Recupere sua senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Conecte-se

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
    • M&C Franchising
    • M&C Capital
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Abastecimento
    • Indústria
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

“A Mercado&Consumo possui parceria com o Grupo UOL, que utiliza "cookies" essenciais e outras tecnologias semelhantes para a coleta e processamento de dados, os quais são feitos nos termos da política de privacidade do Grupo UOL.”