Mercado&Consumo
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • M&C CAPITAL
    • FRANQUIAS
    • GESTÃO
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • SUPERMERCADOS
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
    • INDÚSTRIA
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
    • BANDNEWS FM
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
VOLTAR PARA A HOME
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • M&C CAPITAL
    • FRANQUIAS
    • GESTÃO
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • SUPERMERCADOS
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
    • INDÚSTRIA
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
    • BANDNEWS FM
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
Mercado&Consumo
Sem resultado
Ver todos os resultados
Home Artigos

2026, um dos anos mais desafiadores para o varejo

Jorge Gonçalves Filho de Jorge Gonçalves Filho
13 de maio de 2026
no Artigos
Tempo de leitura: 6 minutos
varejo

O varejo sempre foi desafiador, em todos os setores de atuação e em todas as épocas. Em especial, neste 2026, está ainda mais desafiador, porque vários fatores que vão além de uma boa administração empresarial, de estratégias criativas de marketing e de campanhas de preços atrativos estão interferindo no ambiente de negócios.

Entramos neste ano com o ritmo de vendas morno, haja vista o lento crescimento de 2,4% no primeiro trimestre, segundo dados setoriais e indicadores econômicos, que previam crescimento do PIB de 2,0%, mas que agora foi recalculado para 1,85% (Relatório Focus), e uma inflação de 3,91%, também revisada para 4,91%.

Caminhamos à sombra de um provável crescimento da inflação, potencializado pelos efeitos da guerra entre EUA e Irã; de uma taxa de juros Selic inaceitável de 14,50% ao ano, que consome grande parte do resultado das empresas e reduz sobremaneira a oferta de crédito e, consequentemente, o consumo; e de dois fatores ainda mais contundentes: a recente retirada do Imposto de Importação de 20% nas vendas cross border e a eventual redução da jornada e da escala de trabalho.

Com relação à retirada, pelo governo, do imposto de 20% nas vendas cross border feitas por plataformas eletrônicas estrangeiras, conhecido como “taxa das blusinhas”, mas que de fato alcança centenas de outros produtos além do têxtil, é preciso considerar que esse imposto sequer conseguia equilibrar as condições de competitividade necessárias aos produtos fabricados e vendidos no País, que pagam cerca de 92% de carga tributária.

A disparidade de taxação entre o produto importado e o fabricado e vendido no Brasil já era enorme; agora, é gigantesca. O Brasil vai proteger quem produz lá fora e desproteger quem produz e emprega aqui. Sobre este tema, é bom ressaltar que o varejo nacional nunca quis privilégios, mas sim isonomia tributária. Se houver zero de Imposto de Importação na venda cross border, é preciso haver zero de imposto também para o produto nacional com preço de até US$ 50.

Praticamente todas as associações e institutos empresariais têm estudado e anunciado as prováveis consequências da eliminação do Imposto de Importação. Muito provavelmente, haverá queda significativa nas vendas dos produtos nacionais no mercado interno, prejudicando negócios de todos os portes, mas principalmente o pequeno e o médio varejos, que não conseguirão competir com os produtos importados, em boa parte subfaturados e ainda com imposto zero. Consequentemente, o varejo brasileiro venderá menos ao consumidor e comprará menos para os estoques. O impacto poderá ser sentido nas indústrias, provocando desemprego, fechamento de empresas ou transferência de produção para países fronteiriços.

Quando da introdução do Imposto de Importação, o benefício foi marcante; no primeiro ano de sua implantação, foram criados, somente no varejo, 107 mil empregos, além de melhorias nas vendas e nos investimentos. Em toda a cadeia de fornecimento até a ponta do varejo também houve aumento de produtividade e não ocorreu, na média, crescimento de preços acima da inflação, beneficiando o consumidor, que optou por comprar o produto nacional. Logo, progrediram as empresas, a geração de empregos e os consumidores, que passaram a adquirir produtos nacionais com preços atrativos, qualidade, certificação e garantia. Ainda assim, nada disso foi considerado por quem desejou zerar novamente o Imposto de Importação.

Outro ponto é a redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas – obviamente sem considerar qualquer possibilidade de redução para 36 horas – sem redução salarial, além da eliminação da escala de trabalho 6×1, passando para 5×2. Essa discussão é um ponto de forte resistência no setor de comércio e serviços pelo impacto direto no custo da folha e na escala de atendimento.

Um olhar calculado sobre este tema mostra, de forma inquestionável, que a redução da jornada de trabalho, sem redução salarial, gerará um aumento aproximado de 10% no custo da mão de obra, e a mudança da escala de trabalho de 6×1 para 5×2 também acarretará, na média e dependendo do setor, aumento de 13% no custo da folha de pagamento. Não vamos entrar aqui na discussão de que todo trabalhador merece descansar o máximo possível. É claro que sim. Mas, se esta mudança acontecer, teremos um País em que se descansará aproximadamente um terço do período anual e se trabalhará dois terços do tempo. A economia brasileira suportará esta transformação?

Conjugando os efeitos da redução da jornada para 40 horas, sem redução salarial, e da mudança da escala para 5×2, diversos estudos técnicos que circulam pelo País apontam aumento de despesas com a folha de pagamentos entre 20% e 23%.

O impacto combinado da isenção do Imposto de Importação no cross border somado à redução da jornada e da escala de trabalho criará um cenário de pressão sem precedentes sobre a operação e a sobrevivência das empresas. Com este cenário impulsionado pelo calendário eleitoral, como ficarão o ambiente de negócios e a confiança do empreendedor?

Embora se diga que, em economia, tudo se ajusta com o tempo, a que custo? O fim do Imposto de Importação e a eventual redução da jornada e da escala de trabalho acarretarão riscos para a economia, cujas consequências poderão comprometer a viabilidade das empresas e o emprego de milhares de trabalhadores, não apenas no presente, mas também em um futuro muito próximo.

Jorge Gonçalves Filho é presidente do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV).
*Este texto reproduz a opinião do autor e não reflete necessariamente o posicionamento da Mercado&Consumo.

Imagem: Envato.

Postagem anterior

Cade aprova venda da UPI Uni.Co, da Americanas, para a BandUP!

Próxima Postagem

Com queda do dólar, comércio cresce 0,5% em março e amplia recorde

Jorge Gonçalves Filho

Jorge Gonçalves Filho

Jorge Gonçalves Filho é presidente do IDV - Instituto para Desenvolvimento do Varejo e consultor empresarial na Telhanorte Tumelero. Em sua carreira profissional, foi diretor de Expansão e Novos Negócios da Telhanorte Tumelero (Saint Gobain Distribuição Brasil), consultor empresarial da Efeso Consulting, diretor-geral da C&C Casa e Construção, superintendente na Jatobá S.A. Indústria de Revestimentos Cerâmicos, gerente nacional na Incepa revestimentos cerâmicos e gerente-geral na Elevadores Atlas/Schindler. Jorge também é conselheiro da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção - SP e membro do IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa.

Relacionados Posts

tenologia
Artigos

Back to basics: quando a tecnologia atrapalha o negócio

26 de junho de 2026
TI
Artigos

O algoritmo da confiança: por que a TI é a nova auditora do varejo?

26 de junho de 2026
O recuo e a mutação do consumidor de luxo
Artigos

O recuo e a mutação do consumidor de luxo

25 de junho de 2026
Shein tem pedido para instalar lojas nas unidades da Galeries Lafayette recusado
Artigos

O que Shein, Temu e as chinesas ensinam sobre relevância no varejo digital

24 de junho de 2026
A IA já está indicando lojas aos consumidores; a sua está nessa lista?
Artigos

A IA já está indicando lojas aos consumidores; a sua está nessa lista?

23 de junho de 2026
foodservice
Artigos

O foodservice como âncora da nova economia urbana

23 de junho de 2026
Cultura, gestão, estrutura e governança nas organizações pós IA é ruptura e não evolução
Artigos

Cultura, gestão, estrutura e governança nas organizações pós IA é ruptura e não evolução

22 de junho de 2026
Energia elétrica: o entrave invisível que afeta o varejo, a indústria e a competitividade do País
Artigos

Energia elétrica: o entrave invisível que afeta o varejo, a indústria e a competitividade do País

19 de junho de 2026
Próxima Postagem
Com queda do dólar, comércio cresce 0,5% em março

Com queda do dólar, comércio cresce 0,5% em março e amplia recorde

REDES SOCIAIS

NOTÍCIAS

Tenda Atacado tem novo CEO; confira outras mudanças

Tenda Atacado tem novo CEO; confira outras mudanças

27 de junho de 2026
SolarTurtle: a startup que usa contêineres solares para levar energia a regiões sem rede elétrica

SolarTurtle: a startup que usa contêineres solares para levar energia a regiões sem rede elétrica

26 de junho de 2026
Americanas diz que acionistas foram enganados por antiga diretoria

Americanas diz que acionistas foram enganados por antiga diretoria

26 de junho de 2026
Hapvida firma parceria com Promptly Health para conectar dados de saúde à pesquisa global

Hapvida firma parceria com Promptly Health para conectar dados de saúde à pesquisa global

26 de junho de 2026
Aneel define calendário de acionamento de bandeira tarifária para 2026

Área técnica da Aneel estima alta de 10,18% na conta de luz para consumidores da Enel SP

26 de junho de 2026
Safra de café do Brasil alivia aperto na oferta, mas não deve derrubar preço

Exigências regulatórias da UE podem embarreirar pequenos cafeicultores

26 de junho de 2026

Copyright © 2024 Gouvea Ecosystem.

Todos os direitos reservados.

  • Expediente
    • Ecossitema
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Anuário de Fornecedores
  • Anuncie

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo

Senha esquecida?

Recupere sua senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Conecte-se

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • M&C Capital
    • Franquias
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Abastecimento
    • Indústria
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

“A Mercado&Consumo possui parceria com o Grupo UOL, que utiliza "cookies" essenciais e outras tecnologias semelhantes para a coleta e processamento de dados, os quais são feitos nos termos da política de privacidade do Grupo UOL.”