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Shoppings: União ajudaria na evolução de Aliansce Sonae e brMalls, diz especialista

Para Luiz Alberto Marinho, atratividade para lojistas e anunciantes seria muito grande em caso de junção das empresas

A possível fusão entre as administradoras de shoppings Aliansce Sonae e brMalls ajudaria bastante na evolução das duas empresas, cujas estratégias não são tão divergentes assim. A análise é do sócio-diretor da Gouvêa Malls, Luiz Alberto Marinho, especialista em shopping centers e colunista da Mercado&Consumo.

Nesta terça-feira (28), a Aliansce contratou o BTG Pactual para avaliar uma fusão ou aquisição com a brMalls, segundo informações do site Brazil Journal. Marinho destaca que esta não é a primeira vez que surgem rumores sobre o assunto.

“Caso essa tentativa seja real e se efetive, pode ajudar bastante na evolução das duas empresas, cujas estratégias não são tão divergentes assim. A quantidade de bons shoppings e a capilaridade das duas redes somadas seriam fantásticas”, analisa.

Luiz Alberto Marinho analisa que, no novo modelo de negócios para onde caminham os shoppings, escala e alcance fazem muita diferença. “Imagine um database com clientes de norte a sul do país, um programa de fidelidade verdadeiramente nacional, uma oferta de mídia diversificada e por aí vai. A atratividade para lojistas e anunciantes seria muito grande. Ou seja, se for verdade, faz muito sentido.”

A Aliansce Sonae possui, atualmente, 27 shoppings e administra outros 11. A empresa vale R$ 5 bilhões na bolsa. A brMalls tem 31 shoppings e vale R$ 7 bilhões.

Digitalização dos shoppings

Em artigo publicado em novembro na Mercado&Consumo, o sócio-diretor da Gouvêa Malls analisou o processo de digitalização pelo qual os shoppings têm passado no Brasil. Pois é. “Oferecer soluções para os lojistas, em especial os pequenos, serem acessados virtualmente pelos consumidores, desenvolver soluções de logística, explorar o social commerce e investir em CRM. Essas são algumas das tarefas que continuarão na agenda dos shoppings em 2022. O desafio principal será definir prioridades estratégicas para a atuação digital”, pontuou.

Para Marinho, também no caso dos shoppings, os dados são o “novo petróleo”. “Esse é um momento de reflexão e inflexão. Os shoppings precisam definir se querem ter um papel secundário no mercado de venda online, dominado por poderosos ecossistemas liderados principalmente por varejistas, ou se encontrarão seu próprio caminho e vocação. Isso passa por atrair e identificar frequentadores, com o objetivo de monetizar o potencial representado pela valiosa base de clientes construída ao longo dos anos, e oferecer mais serviços aos lojistas.”

Imagem: Divulgação

Redação

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